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Alvo Dumbledore

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"Alvo Dumbledore jamais demonstrava orgulho ou vaidade, sempre encontrava o que elogiar em qualquer pessoa, por mais insignificante ou miserável que fosse, e acredito que as perdas que sofreu na juventude o dotaram de grande humildade e solidariedade. Sentirei saudades de sua amizade mais do que poderia reconhecer, mas a minha perda é desprezível se a compararmos à do mundo dos bruxos. É indiscutível que ele foi o mais querido diretor de Hogwarts."
Elifas Doge no obituário de Dumbledore.[fnt]

O Professor Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore, Ordem de Merlin, Primeira Classe, Grande Feiticeiro, [6] (verão[1]de 1881[2]–fim de junho de 1997) foi o professor de Transfiguração, de depois diretor da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.Ele era um bruxo mestiço, o filho de Percival e Kendra Dumbledore, e o irmão mais velho de Aberforth e Ariana. Seu pai morreu em Azkaban quando Dumbledore era jovem, enquanto sua mãe e irmã foram depois acidentalmente mortas. Suas perdas precoces o afetaram muito desde o início, mesmo em sua morte, mas também o tornaram uma pessoa sábia e que sabe viver. Dumbledore era considerado o bruxo mais poderoso de seu tempo. Ele ficou famoso pela sua vitória sobre Gerardo Grindelwald, o descobrimento dos doze usos de sangue de dragão e pelo seu trabalho em alquimia com Nicolau Flamel.

Foi por Dumbledore que a resistência à ascensão de Lord Voldemort foi formada, já que foi ele que fundou e liderou a primeira e a segunda Ordens da Fênix. Devido a sua mente brilhante e poder lendário, Dumbledore se tornou o único bruxo que Voldemort temeu. Ele foi o dono e o mestre da Varinha das Varinhas de 1945 até 1997 e é considerado por muitos o maior diretor de Hogwarts. Como estava marcado para morrer por um anel amaldiçoado, ele planejou sua própria morte com Severo Snape. Ele foi morto por Snape durante a Batalha da Torre de Astronomia. Embora não tenha estado vivo na época, foi através dos esquemas de Dumbledore que Voldemort foi derrotado e a paz foi restaurada ao mundo bruxo. Ele foi o único diretor a ser enterrado em Hogwarts. O retrato de Alvo Dumbledore ainda permanece em Hogwarts.

BiografiaEditar

JuventudeEditar

[3] Os primeiros anos da vida de Dumbledore foram marcados por tragédia quando sua irmã mais nova, Ariana Dumbledore, foi atacada por um grupo de garotos trouxas, que viram-na fazendo magia e se assustaram com o que viram.

Ariana foi deixada mentalmente e emocionalmente traumatizada pelo evento e seus poderes mágicos foram severamente alterados e se manifestariam em raras ocasiões, geralmente aleatoriamente ou em maneiras destrutivas. O pai de Alvo, Percival Dumbledore, ficou arrasado e foi em busca de justiça. Ele encontrou os garotos trouxas e os atacou, do jeito que sua filha fora atacada. Não se sabe exatamente o que ele fez com eles, mas pode-se assumir que ele usou a Maldição Cruciatus neles, já que ele foi condenado a prisão perpétua em Azkaban pelo crime, e depois morreria lá.[7]

Para escapar dos olhos acusadores do mundo bruxo, Kendra Dumbledore mudou com sua família para Godric's Hollow que, como Mould-on-the-Wold, era uma vila principalmente bruxa. Kendra ignorou todos os vizinhos, com a exceção eventual de Batilda Bagshot, preferindo ser deixada sozinha: e Alvo aprendeu a não mencionar sua irmã ou pai em público.[7]

Anos em HogwartsEditar

Dumbledore entrou para Hogwarts no outono de 1892 e foi colocado na Grifinória. O primeiro ano de Dumbledore foi presente com muita fofoca sobre o crime do pai. Muitos dos colegas de Alvo erroneamente acreditavam que, tal pai tal filho, Alvo também odiava os trouxas. Alguns elogiavam as ações do pai esperando ganhar sua confiança, mas eles não encontrariam favor com o jovem Dumbledore desse jeito. Embora depois em sua juventude, sob a influência de seu amor por Gerardo Grindelwald, certo preconceito anti-trouxa tenha sido trazido à tona, ele logo viu o erro de suas intenções.[7]

Ele se tornou amigo do jovem Elifas Doge em seu primeiro dia em Hogwarts; Doge sofria de Varíola de Dragão na época, o que desencorajou a maioria de se aproximar dele. Dumbledore também ganhou muitos contatos durante seus anos em Hogwarts, fazendo amizades notáveis como Nicolau Flamel, Batilda Bagshot, e Griselda Marchbanks, que deu sua nota nos N.I.E.M.s em Feitiços e Transfiguração e depois lembrou-se que fez coisas com uma varinha que ela nunca vira antes. Ele também teve vários de seus artigos publicados durante seus estudos.[7]

Durante seus anos na escola, Dumbledore venceu o Prêmio Barnabus Finkley por Excepcional Proficiência em Feitiços, se tornou também o Representante da Juventude Britânica na Suprema Corte dos Bruxos, e recebeu a medalha de ouro por Contribuição Pioneira na Conferência Internacional de Alquimia no Cairo.[7]

Em seu terceiro ano, Dumbledore provavelmente estudou Estudo de Runas Antigas e pelo menos outra matéria, o que se sabe não ser Adivinhação.

Durante seu quarto ano, Dumbledore "acidentalmente" tacou fogo nas cortinas da cama em seu dormitório (embora tenha admitido que nunca gostara delas de qualquer forma).

Alvo tornou monitor durante seu quinto ano e se tornou Monitor Chefe em seu sétimo ano. Ele foi considerado o aluno mais brilhante a entrar para a escola na época.

Tragédia e amizadeEditar

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Alvo Dumbledore com seu amigo Gerardo Grindelwald

Depois de se formar em Hogwarts em junho de 1899, Dumbledore planejou fazer a tradicional viagem ao redor do mundo com seu amigo Doge. Contudo aconteceu uma tragédia na véspera da partida quando Kendra Dumbledore foi morta por um acidente com a magia incontrolável de Ariana, deixando Alvo na chefia de sua família quebrada.

Alvo voltou para Godric's Hollow cheio de amargo ressentimento pela situação, sentindo-se preso e desperdiçado. A sorte finalmente sorriu em Dumbledore na forma de Gerardo Grindelwald, que estava em Godric's Hollow para pesquisar sobre as Relíquias da Morte. Grindelwald era tão talentoso e brilhante quanto Alvo. Dumbledore se tornou rapidamente fascinado pelas ideias de dominação bruxa de Grindelwald, obviamente considerando Grindelwald uma nova e inesperada chance de mostrar seu próprio brilho e sair da miséria atual. Alvo também estava apaixonado pelo amigo, mas se arrependeu da relação com Grindelwald mais tarde.[7]

Contudo, depois de dois meses, o irmão de Alvo, Aberforth, o enfrentou a respeito de sua negligência para com Ariana durante as semanas que haviam se passado, e disse ao irmão que ele não poderia continuar com seus planos com Grindelwald, como ele teria que levá-la com ele. Gerardo e Aberforth discutiram, e a discussão se tornou em um duelo violento entre os três adolescentes. Ariana mesma tentou interferir na briga, e durante o caos foi atingida por uma maldição errante, que a matou. Ninguém soube de quem era a maldição que a matou, mas Grindelwald fugiu imediatamente, já que já tinha ficha suja em casa, deixando o desconsolado Alvo para trás.[7]

Carreira em HogwartsEditar

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Alvo Dumbledore nos anos 30, fazendo uma visita a Tom Riddle no Orfanato Wool

Depois da fuga de de Grindelwald, Dumbledore voltou para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts como professor de Transfiguração. Foi oferecida a ele a posição de Ministro da Magia várias vezes, mas ele recusou-as todas já que aprendera que seu desejo por poder era sua fraqueza. Ele também trabalho recrutando alunos para a escola. O mais proeminente entre os alunos que recrutou era Tom Riddle, que eventualmente adotaria o nome Lord Voldemort.[8]

Contudo, enquanto Dumbledore educava jovem bruxos e bruxas, Gerardo Grindelwald ainda estava à solta na Europa, juntando um exército, e já havia encontrado uma das Relíquias da Morte, a Varinha das Varinhas, com a qual usou para aterrorizar o continente. Dumbledore tinha medo de enfrentar Grindelwald, não porque pensava que não podia derrotá-lo, mas porque temia que Grindelwald revelasse quem realmente matara Ariana. Contudo, em 1945 Dumbledore não pôde mais virar as costas aos crimes de Grindelwald, e rastreou seu velho amigo. Ele duelou com Grindelwald no que depois ficou conhecido como o mais lendário duelo já travado entre bruxos. Dumbledore derrotou Grindelwald apesar deste possuir a Varinha das Varinhas. Grindelwald foi preso em Nurmengard e Dumbledore manteve a Varinha das Varinhas para si.[7]

Diferente de todos os professores de Hogwarts, Dumbledore não ficou encantado com o carisma e sagácia natural de Tom Riddle. Em seu primeiro encontro, Dumbledore tornara-se imediatamente cautelo com seus instintos óbvios para crueldade, sigilo e dominação,[8] e resolveu vigiá-lo de perto durante seus estudos na escola. Como Dumbledore não era tão facilmente convencido por sua fachada charmosa, Riddle tornou a desprezá-lo e a temê-lo.[8]

Em 1943, vários alunos nascidos-trouxas foram misteriosamente petrificados por um monstro cujos rumores diziam ter sido solto pelo Herdeiro de Sonserina da mítica Câmara Secreta. De fato, a vítima final do monstro, Murta, foi na verdade morta; este ato deveria assegurar o fechamento permanente da escola, forcando Riddle a voltar para o orfanato. Enquanto Dumbledore com razão suspeitava que Riddle estava atrás dos ataques, o bruxo das trevas aspirante astutamente culpou po aluno grifinório Rúbeo Hagrid como o criminoso. Riddle pôde também acusar a acromântula domada de Hagrid, Aragogue, de ser o monstro atacando os alunos, resultando na expulsão de Hagrid e assegurando que Hogwarts ficasse aberta. Dumbledore nunca pôde descobrir evidências fortes contra Riddle; contudo, ele convenceu o diretor a permitir a Hagrid permanência na escola como guarda-caça-em-treinamento.

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O Professor Dumbledore duranto a primeira abertura da Cãmara Secreta

Dumbledore foi nomeado diretor de Hogwarts por volta de 1956,[9] depois de Armando Dippet deixar o posto. Nessa época, foi-lhe oferecido o cargo de Ministro da Magia várias vezes, mas ele recusou a oferta todas elas, lembrando-se como sua busca pelo poder fora sua fraqueza no passado.

Pouco depois de Dumbledore se tornar diretor, Tom Riddle, agora conhecido somente como Lord Voldemort, fez a Dumbledore o mesmo pedido que havia feito a Armando Dippet antes dele: de poder voltar a Hogwarts como professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Dumbledore, que sabia das atividades ilícitas de Voldemort desde que deixara Hogwarts, negou o pedido. Isso fez com que Voldemort amaldiçoasse o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, impedindo que qualquer um permanecesse no cargo por mais de um ano letivo.

Quando Remo Lupin chegou à idade de frequentar Hogwarts, ele achou que não poderia entrar para a escola devido ao fato de ter sido infectado pelo lobisomem Fenrir Greyback. Contudo, Dumbledore, sendo justo, acreditou que desde que precauções especiais fossem tomadas, não havia razão para Remo não receber sua educação. Assim, Dumbledore preparou a Casa dos Gritos para servir de refúgio para as transformações mensais de Remo, com o Salgueiro Lutador de guarda. Isto resultou na gratidão eterna que Remo sentiu por Dumbledore, já que qualquer outro diretor simplesmente proibiria o menino de até mesmo pisar na escola. Quando Severo Snape descobriu o segredo de Remo, Dumbledore o proibiu de repeti-lo para qualquer pessoa.

Primeira Guerra BruxaEditar

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Alguns dos membros da Ordem original

Depois de Lord Voldemort iniciar sua primeira ascensão ao poder em 1970, Dumbledore fundou a Ordem da Fênix, uma organização secreta de bruxos e bruxas dispostos a arriscar suas vidas para combater Voldemort e seus Comensais da Morte. Sendo o único bruxo que Voldemort temia, Dumbledore era o líder perfeito da organização e fez contribuições significativas para a luta contra Voldemort.

Enquanto a guerra era travada, Dumbledore se encontrou com outra pessoa que também estava interessada em um emprego em Hogwarts: Sibila Trelawney, que se canadidatou ao cargo de professora de Adivinhação, matéria da qual Dumbledore não gostava e que mal considerava parte da educação necessária para jovens bruxos. Dumbledore deu-a uma chance pelo fato de Sibila descender da célebre vidente Cassandra Trelawney. Para sua decepção, quando entrevistava Sibila, no Cabeça de Javali, ele chegou à conclusão de que ele não era uma verdadeira vidente. Contudo, quando Dumbledore estava prestes a sair, Trelawney caiu em um transe real e profetizou o nascimento daquele que teria o poder de derrotar o Lorde das Trevas, que seria o filho ou filha daqueles que três vezes o desafiaram, nascido no fim do sétimo mês.[10] Isto assombrou Dumbledore, contudo, o Comensal da Morte Severo Snape entreouviu a maior parte da profecia, mas havia sido pego no ato e expulso taberna por Aberforth Dumbledore.[8] Dumbledore contratou Trelawney para protegê-la dos Comensais da Morte.

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Alvo Dumbledore em 1981, aos cem anos, durante o julgamento de Igor Karkaroff

Severo Snape foi depois procurar Dumbledore, já tendo dito a Voldemort sobre a profecia. ficou chocado pelo fato de que Voldemort havia concluído que a profecia se tratava de Harry Potter, o filho de Tiago Potter, e a amiga de infância do próprio Snape, Lílian Evans. Dumbledore preparou a segurança dos três; ele os aconselhou a ficarem escondidos em sua casa em Godric's Hollow, que era protegida por um Feitiço Fidelius. Contudo, seu Fiel do Segredo (quem Dumbledore e o resto de seus amigos acreditavam ser Sirius Black, mas que era na verdade Pedro Pettigrew) os traiu, resultando nas mortes de Lílian e Tiago às mãos de Voldemort. Contudo, quando Voldemort tentou matar Harry, a maldição ricocheteou e destruiu seu corpo, mantendo apenas uma parte de sua alma viva.

Dumbledore, que provavelmente já sabia até então que uma parte da alma de Voldemort havia ficado em Harry, se certificou de que Harry fosse mantido seguro com sua família, os Dursley, já que seus feitiços asseguraram a segurança de Harry enquanto este pudesse chamar aquela casa de lar. Ele convenceu Snape a ajudá-lo a proteger Harry, embora Dumbledore secretamente tenha planejado matar Harry no fim, o que destruiria o pedaço da alma de Voldemort dentro de Harry. Contudo, ele também esperava moldar Harry em alguém que sacrificaria a própria vida para o bem maior, permitindo-o a chance de escolher entre a vida e a morte no fim.

Dumbledore deu a Snape um emprego em Hogwarts como o mestre das Poções, e depois defendeu Snape contra o Ministério da Magia, que estava perseguindo e prendendo os Comensais da Morte restantes. Dumbledore atendeu muitos julgamentos de Comensais da Morte, incluindo o dos Lestrange e de Bartô Crouch Jr. Ele também presenciou o testemunho de Igor Karkaroff que assegurou sua soltura de Azkaban em troca dos nomes de outros Comensais da Morte.

Pouco antes da morte dos Potter, Dumbledore havia pego algo emprestado de Tiago: sua Capa da Invisibilidade, algo que Dumbledore viu como parte das Relíquias da Morte. Embora Dumbledore tenha há muito desistido de seu desejo de unir as Relíquias e se tornar o Senhor da Morte, ele não pôde resistir à possibilidade de estudar a Capa. Mas quando eles foram mortos, Dumbledore de repente tinha duas das Relíquias da Morte sob seu poder. Somente faltava a Pedra da Resurreição.[7]

Período entre GuerrasEditar

1991–1992Editar

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Alvo Dumbledore deixando Harry Potter, com Minerva McGonagall

Dez anos depois, Harry começou a frequentar Hogwarts, tão feliz quanto Dumbledore havia esperado que tivesse (com algumas exceções, e vivo e saudável. Naquele mesmo ano, Lord Voldemort formulara um plano para recuperar sua forma humana. Dumbledore e seu amigo Nicolau Flamel, o único criador da Pedra Filosofal, começou a suspeitar que o Lorde das Trevas estava planejando roubar o objeto que seria capaz de o devolver a seu poder máximo. Dumbledore trasportou a pedra para um cofre no Gringotes, mas depois a trouxe para a própria Hogwarts; por coincidência, no mesmo dia em que houve uma tentativa de roubo no cofre. Dumbledore e vários professores (McGonagall, Flitwick, Sprout, Snape e Quirrell) em Hogwarts instalaram vários métodos de segurança mágicos para proteger a pedra. Dumbledore cuidou da última e mais poderosa proteção colocada sobre a pedra. Ele encantou o Espelho de Ojesed para guardar a Pedra Filosofal, para que esta só seja removida para alguém que não quisesse usá-la ou possuí-la, somente para mantê-la segura das Artes das Trevas. Dumbledore suspeitou que o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas Quirino Quirrell estava por trás do plano de roubar a Pedra Filosofal, trabalhando para o enfraquecido Lord Voldemort, assim pediu a Snape para vigiá-lo.[11]

No fim foi Harry quem protegeu a Pedra Filosofal de Quirrell e Voldemort. Voldemort falhou pelas mesmas razões que
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Alvo em 1992

falhara ao matar Harry antes: devido ao amor de Lílian Potter por Harry. Quando Voldemort, que havia possuído o corpo de Quirrell, ordenou a seu servo que atacasse o garoto, a proteção que havia dentro dele desde a morte da mãe matou o professor e forçou o espírito de Riddle a fugir. Quando Harry se recuperava da provação na ala hospitalar, ele perguntou a Dumbledore sobre o porquê de Voldemort ter tentado matá-lo quando era bebê. Dumbledore não acreditou que Harry estava pronto para saber a verdade sobre a profecia que Sibila Trelawney havia feito, e disse a ele que ele saberia quando fosse mais velho (embora isto se tornaria um erro mais tarde).

No banquete de fim de ano, Dumbledore concedeu mais 170 pontos aos alunos grifinórios, Harry Potter (60), Rony Weasley (50), Hermione Granger (50) e Neville Longbottom (10), por coragem e o uso da lógica, fazendo com que a Grifinória ganhe Taça das Casas, ruinando a chance da Sonserina de ganhar a taça pelo sétimo ano consecutivo.

1992–1993Editar

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Alvo Dumbledore e seus colegas descobrindo uma parede com inscrições em sangue

Pouco depois do ano letivo de 1992 começar, os alunos mais uma vez foram atacados por um monstro alegadamente solto da Câmara Secreta. Sob a influência de Lúcio Malfoy, o Conselho Diretor de Hogwarts votaram para remover Dumbledore de sua posição como diretor quando ele não pôde descobrir o culpado; o Ministro da Magia Cornélio Fudge também levou o guarda-caça Rúbeo Hagrid a Azkaban, agindo sob a teoria de que havia sido ele quem abrira a Câmara em 1943.[12]

Foi depois revelado que a aluna do primeiro ano, Gina Weasley, havia tido posse do Diário de Tom Riddle, um objeto enfeitiçado capaz de interagir com quem for que escrever nele. O diário lentamente drenou a força vital de Gina, e quando a memória que continha esteve forte o suficiente para tomar a forma física, ela a fez descer ao coração da Câmara. Contudo, Harry Potter foi capaz de encontrar a própria, e lá, derrotou o monstro; o basilisco de Salazar Slytherin. Ele também destruiu o diário com uma das presas do basilisco, salvando Gina e derrotando a quase completamente formada memória de Riddle. Harry só pôde alcançar esses feitos ao demonstrar uma quantidade extrema de lealdade a Dumbledore; por só alguém realmente leal ao diretor seria capaz de chamar sua fênix de estimação, Fawkes, que lhe deu as ferramentas necessárias para derrotar Riddle e o basilisco.[12]

Dumbledore voltou ao seu cargo como diretor após a memória de Riddle ser culpada pelos ataques. Ele deu a ambos Harry e Rony o Prêmio Especial por Serviços Prestados à Escola por resolverem o mistério e mais duzentos pontos para cada, assegurando a vitória da Grifinória na Taça das Casas pelo segundo ano seguido. Ele também cuidou da soltura de Hagrid de Azkaban e cancelou os exames como presente especial.[12]

Contudo, Dumbledore estava particularmente preocupado pelo fenômeno que Harry descreveu; uma mera memória capaz de assumir forma física não era normal. Dumbledore começou então a suspeitar que o diário de Riddle era na verdade uma Horcrux, e então, considerando a falta de cuidado que o Lorde das Trevas teve em proteger o diário, que ele havia criado mais do que uma.[8]

1993–1994Editar

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Alvo Dumbledore com Hermione Granger em 1993

No ano seguinte, o Ministério da Magia resolveu aumentar a segurança em Hogwarts. Sirius Black, condenado a prisão perpétua em Azkaban pelo assassinato de Pedro Pettigrew e vários trouxas com um único feitiço, havia escapado da prisão dos bruxos. O Ministério, com medo de que ele iria atrás de Harry, colocou um grande número de dementadores em Hogwarts para tentar recapturá-lo. Dumbledore relutantemente tolerou os dementadores nos portões, mas se recusou a deixá-los entrar na escola.[13]

Contudo, os dementadores violaram o decreto de Dumbledore quando entraram na partida de Quadribol entre a Grifinória e Lufa-Lufa, fazendo com que Harry perdesse a consciência e caísse da vassoura. Dumbledore consegue evitar que Harry atinja o chão e repele os dementadores com um Patrono.[13]

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Dumbledore cumprimentando seus alunos

Quando o ano letivo chegava ao fim, tornou-se claro para Harry e seus amigos que Sirius Black não era culpado daqueles crimes. Mas Sirius foi capturado e condenado ao Beijo do Dementador. Dumbledore acreditou em Harry e seus amigos sobre a inocência de Sirius, mas foi incapaz de mudar a decisão do Ministério. Contudo, ele disse a Hermione para usar seu Vira-Tempo para salvar Sirius. O resgate é um sucesso, e os dementadores são retirados da escola por terem atacado Harry.[13]

Dumbledore acompanhou Remo Lupin, o novo professor de DCAT, depois de Snape ter vazado sua identidade de lobisomem para a escola. Harry também foi visitar Lupin e Dumbledore podia ver que Harry estava perturbado. Harry explica como culpado se sente por ter deixado Pettigrew, o verdadeiro culpado que culpou Sirius, escapar, o que coincide com uma predição que Trelawney havia feito. Portanto, ele temia que havia indiretamente dado a Voldemort um servo para ajudá-lo a retornar ao poder. Dumbledore assegura Harry que ele havia feito algo nobre ao salvar a vida de Pettigrew, forjando um laço mágico poderoso e profundo entre eles, e ele promete a Harry que um dia ele vai gostar de ter poupado a vida de Pettigrew.

1994–1995Editar

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Alvo Dumbledore retirando memórias

Antes do começo do novo ano letivo, a primeira atividade dos Comensais da Morte em anos aconteceu na Copa Mundial de Quadribol, fazendo com que Dumbledore suspeitasse que a segunda ascensão de Lord Voldemort estava próxima. Depois, Hogwarts se tornou a anfitriã do primeiro Torneio Tribruxo desde 1792. Foi decidido que somente os alunos maiores de idade poderiam colocar seus nomes no Cálice de Fogo, por cause dos perigos que o torneio oferecia, e Dumbledore desenhou pessoalmente uma Linha Etária em volta do artefato mágico para garantir que esta regra não fosse quebrada. Durante este ano, Dumbledore empregou seu velho amigo, Alastor Moody, um ex-Auror, como o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Moody aceitou o cargo somente como um favor pessoal a Dumbledore.

Contudo, sem ninguém saber, um dia antes de Moody chegar em Hogwarts, ele foi dominado pelos Comensais da Morte Bartô Crouch, Jr. e Pedro Pettigrew. Sob as ordens de Voldemort, Crouch preparou a Poção Polissuco, que usou para entrar no lugar de Moody e tomar seu lugar em Hogwarts. Crouch, disfarçado como Moody, conseguiu enganar o Cálice de Fogo e se assegurou que Harry Potter fosse escolhido como o quarto campeão do Torneio Tribruxo. Crouch secretamente ajudou Potter pelo torneio, para que na última tarefa seria ele o primeiro a tocar na Taça Tribruxo; que havia sido transformada em uma Chave de Portal.

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O interrogatório de Bartô Crouch, Jr.

Quando Harry e o outro campeão, Cedrico Diggory, tocaram a taça ao mesmo tempo eles foram transportados para o cemitério de Little Hangleton. Lá, Diggory foi morto sob as ordens de Lord Voldemort, e o sangue de Harry foi usado como o último ingrediente em uma poção que o Lorde das Trevas usou para voltar ao poder. Usando a Chave de Portal, Harry conseguiu fugir de Voldemort e voltar a Hogwarts.

Foi quando Crouch, ainda disfarçado de Moody, tirou Harry da presença de Dumbledore (algo que o Moody verdadeiro nunca teria feito naquela situação) que o diretor percebeu que não havia sido Moody que havia estado na escola o ano inteiro. Dumbledore, Snape e Minerva McGonagall rapidamente subjugaram o Comensal da Morte, que revelou completamente o plano de Voldemort sob a influência da Veritaserum.

Apesar de toda a evidência apontando o contrário, o Ministro da Magia Cornélio Fudge recusou-se a acreditar que Lord Voldemort havia voltado ao poder e submeteu Crouch ao Beijo do Dementador antes deste poder ir a julgamento frente à Suprema Corte dos Bruxos. Apesar disso, Dumbledore sabia que o retorno de Voldemort era real e, em resposta à falta de ação de Fudge, reformou a Ordem da Fênix, um aliança formada durante a Primeira Guerra Bruxa para lutar contra Voldemort e seus seguidores. Dumbledore escolheu reformar a Ordem por temer que o início da Segunda Guerra Bruxa era inevitável e próximo.

Segunda Guerra BruxaEditar

1995–1996Editar

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Alvo Dumbledore no Ministério da Magia

O Ministério começou imediatamente a negar as afirmações Dumbledore e Harry de que o Lorde das Trevas havia retornado, começando uma campanha desenhada para difamá-los; Dumbledore foi retirado das posições de Grande Feiticeiro da Suprema Corte dos Bruxos e Cacique Supremo da Confederação Internacional dos Bruxos como castigo por sua recusa em se alinhar à propaganda do Ministério. Contudo, Dumbledore disse não se importava, desde que o Ministério não o eliminasse das Figurinhas de Sapo de Chocolate. Antes do começo do ano letivo, Dumbledore se tornou o Fiel do Segredo da sede da Ordem da Fênix, e assegurou que os amigos de Harry Potter não revelassem nenhuma informação sobre a Ordem para ele.

Dumbledore veio a temer a conexão que existia entre o Lorde das Trevas e Harry, e passou a evitá-lo durante o ano letivo. Quando sinais desta conexão tornaram-se cada vez mais óbvios, Dumbledore fez com que Severo Snape tentasse ensinar a Harry a arte da Oclumência, em vez dele mesmo, já que temia que Voldemort poderia ser capaz de entrar em sua mente através da conexão que tem com Harry.

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Dolores Umbridge, a diretora substituta de Dumbledore

O Ministério começou também a interferir em Hogwarts, indicando a Subsecretária Sênior, Dolores Umbridge, ao posto de professora de Defesa Contra as Artes das Trevas. Umbridge e Fudge passaram leis que lentamente diminuíram os poderes do diretor, enquanto aumentavam os da própria Umbridge, que havia tomado o novo cargo de Alta Inquisidora de Hogwarts. Em resposta a Umbridge e à recusa do Ministério de ensinar magia prática defensiva, Harry Potter, Hermione Granger e Rony Weasley criaram um grupo de alunos que se encontravam secretamente para aprender a se defender contra as Artes das Trevas. Esta organização ficou conhecida como a Armada de Dumbledore.

Quando esta sociedade ilegal foi descoberta, Dumbledore assumiu a culpa; lembrando que ela era chamada de "Armada de Dumbledore, não de Potter." Enquanto Fudge comandava sua prisão, Dumbledore facilmente dominou seus "captores" com um único feitiço, e desapareceu; trabalhando em prol da Ordem em tempo integral. No lugar de Dumbledore, Umbridge foi nomeada diretora de Hogwarts.

Infelizmente, como Dumbledore havia temido, Voldemort finalmente agiu para usar a conexão entre ele e Harry Potter. Usando a Legilimência, Voldemort criou uma visão que mostrava o padrinho de Harry, Sirius Black, sendo torturado por Voldemort dentro do Departamento de Mistérios. Harry, Rony, Hermione e seus companheiros de Armada, Gina Weasley, Luna Lovegood e Neville Longbottom então correram para o Ministério na esperança de salvar Sirius.

Contudo, os seis alunos foram emboscados por um grupo de Comensais da Morte, que esperavam forçar Harry a recuperar o registro da profecia feita sobre ele e o Lorde das Trevas; já que só aqueles a quem uma profecia se refere podem retirá-la, e Voldemort pensou que era muito perigoso para ele entrar no coração do Ministério da Magia. Felizmente, Severo Snape conseguiu alertar a Ordem e vários membros, Sirius Black, Ninfadora Tonks, Alastor Moody, Remo Lupin e Quim Shacklebolt chegaram no Ministério onde lutaram com os Comensais da Morte.

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Dumbledore durante seu duelo com Tom Riddle

Perto do fim da batalha, o próprio Dumbledore chegou a capturou a pessoalmente capturou todos os Comensais da Morte; exceto Belatriz Lestrange, que matou Sirius e evadiu um feitiço lançado a ela por Alvo. Depois de prender os Comensais da Morte com um Feitiço Anti-Desaparatação, Dumbledore foi para o átrio do Ministério onde Lestrange se juntou ao próprio Voldemort, que tentou matar Harry.

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Alvo Dumbledore lutando com Voldemort

A maldição de Voldemort, contudo, foi prevenida; Dumbledore rapidamente animou uma estátua douradaára proteger Harry e servir de escudo contra a maldição. Ele animou as outras estátuas da Fonte dos Irmãos Mágicos para que imobilizem Belatriz e para que alertem os oficiais do Ministério. Subsequentemente um duelo intenso aconteceu entre Dumbledore e Voldemort; provavelmente os dois bruxos mais poderosos de seu tempo. Ambos bruxos mostraram uma compreensão profunda de magia, embora Voldemort tenha sido forçado a fugir da luta depois de Dumbledore tê-lo prendido com um domo de água.

Enquanto fugia, Voldemort brevemente possui Harry, esperando que Dumbledore sacrificaria o adolescente em uma tentativa de matá-lo. Contudo, como Harry se afogava em luto pela morte do padrinho, o poder de seu amor infligiu dor em Voldemort, fazendo com que o Lorde das Trevas saia e bloqueie a conexão. Voldemort foge com Belatriz, mas não antes de ser visto por oficiais do Ministério, incluindo o Ministro da Magia Cornélio Fudge. Com a credibilidade de Dumbledore restaurada outra vez, Fudge ficou perdido. Dumbledore comandou a Fudge a remoção de Umbridge, o perdão de Hagrid para que este pudesse voltar a Hogwarts e que ele mesmo seja restaurado ao seu cargo de diretor. De volta a Hogwarts, Dumbledore conversou com o abalado Harry, explicando o significado de sua conexão com Voldemort e o significado da profecia. Antes do fim do ano, ele também destituiu a Brigada Inquisitorial.

1996-1997Editar

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Alvo Dumbledore segurando o diário de Tom Riddle

Ao decorrer do ano letivo de 1996–1997, Dumbledore passou certos informações a Harry Potter que seriam importantes para o garoto em sua jornada para destruir o Lorde das Trevas. Dumbledore teve aulas particulares com Harry, revelando nelas muito do que soube sobre o passado, a vida e as Horcruxes de Voldemort. Dumbledore revelou a Harry que ele estava empenhado a descobrir sobre o passado de Lord Voldemort. Ele fez isso ao interrogar pessoas que o haviam conhecido quando criança e adolescente, e obteve lembranças relacionadas a Voldemort dessas pessoas. Ele coletou lembranças de Beto Ogden, Morfino Gaunt, Horácio Slughorn e da elfo-doméstico Hóquei. Usando estas lembranças, junto com algumas próprias suas, ele descobriu que Voldemort havia criado seis Horcruxes, e também descobriu o que podiam ser: o diário de Tom Riddle, o anel de Servolo Gaunt, a taça de Helga Hufflepuff, e o medalhão de Salazar Slytherin, a cobra Nagini e um objeto de Rowena Ravenclaw, que depois sabemos ser seu diadema perdido.

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Dumbledore e Harry procurando por Horácio Slughorn

Durante o verão de 1996, Dumbledore rastreou uma das Horcruxes de Voldemort até a casa dos Gaunt. Dumbledore viajou a Little Hangleton, onde encontrou as ruínas da cabana escondidas atrás de arbustos. Voldemort havia colocado muitos encantamentos poderosos ao redor da antiga casa de seus ancestrais; contudo, Dumbledore provou ser habilidoso o suficiente para passar por eles ileso. Quando encontrou esta Horcrux, um anel que havia pertencido a Servolo Gaunt, ele viu que a pedra no anel era uma das Relíquias da Morte, a Pedra da Ressurreição. Esta pedra, de acordo com a lenda, tinha o poder de reviver os mortos (mas na verdade, uma forma espiritual da pessoa era trazida de volta). Seu desejo de ver sua família superou sua razão por um instante e ele colocou o anel no dedo, se esquecendo de que o anel havia sido amaldiçoado por Voldemort. A maldição rapidamente se alastrou, e se não fosse por seu próprio talento, ele teria morrido em momentos. Apesar deste ferimento, Dumbledore continuou a destruir o anel, e com isso, um pedaço da alma de Voldemort.

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Dumbledore antes de sua última jornada

Dumbledore voltou rápido para Hogwarts, onde as habilidades de Severo Snape conseguiu manter a maldição na mão de Dumbledore. Contudo, ambos Snape e Dumbledore sabiam que ela iria se espalhar para o resto de seu corpo. Sabendo que a maldição o mataria, Dumbledore pediu a Snape, quem quando chegasse a hora, seria ele quem o mataria, em vez de Draco Malfoy, que havia recebido a tarefa de matar o diretor, para impedir que a alma de Draco seja rompida. Snape depois objetou ao plano, mas foi lembrado por Dumbledore que este era o único jeito de o poupar de grande sofrimento.

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Dumbledore e Harry se preparando para procurar a Caverna da Horcrux.

Depois de muito procurar, Dumbledore acabou encontrando outra Horcrux de Voldemort em uma caverna que este visitava quando criança. Como havia prometido, Dumbledore deixou Harry acompanhá-lo á caverna e destruir a Horcrux. Deixando Hogwarts em uma noite de junho de 1997,[4] ele e Harry aparatam do lado de fora da caverna, não podendo entrar nela diretamente devido aos seus encantamentos protetores. Dentro da caverna, Dumbledore localizou a segunda linha de defesa da Horcrux; um portal escondido que só se abria a uma oferta de sangue. Logo depois entraram em uma vasta câmara contendo um lago subterrâneo e uma única ilha no centro onde uma leve luz verde cintilava. Depois de uma tentativa frustrada de Harry de convocar a Horcrux, Dumbledore encontrou um barco cuidadosamente escondido que os permitiria atravessar com segurança o lago. Durante a travessia, Harry descobriu a terceira linha de defesa do lago; o lago estava cheio de Inferi, postos para atacar qualquer um que tocasse a água do lago. Dumbledore instruiu a Harry sobre o uso do fogo como melhor arma contra os Inferi, se fosse preciso lutar.

Ao chegar na pequena ilha, eles encontraram uma bacia cheia de uma poção verde. Esta última defesa não podia ser esvanecida ou retirada; alguém deveria bebê-la para conseguir a Horcrux que jazia dentro. Dumbledore a Harry que o ajudasse a esvaziar a bacia, independentemente dos efeitos que causasse, mesmo se Harry tivesse que forçar a poção pela garganta de Dumbledore.

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Dumbledore se preparando para beber a Poção do Desespero

Dumbledore bebeu e teve uma visão do duelo entre ele, Gerardo Grindelwald e Aberforth Dumbledore e a morte de Ariana. A bebida também o deixou fraco e com extrema sede, além de o causar muita dor. He não pôde suportar e Harry fez com ele bebesse o resto. Ao terminar a poção ele ficou inconsciente. Depois de uma tentativa frustrada de Harry o revivê-lo como Renervate, Dumbledore acordou e quis água.

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Professor Dumbledore criando um laço de fogo para espantar os Inferi

Harry tentou então convocar água para Dumbledore usando o Feitiço Aguamenti, o que foi ineficaz já que a água, por alguma razão, não podia ser retirada. Desesperado, Harry encheu um copo de água do lago. Depois de Dumbledore beber a água, os Inferi saíram do lago para matá-los. Harry entrou em pânico e tentou lutar de volta com vários feitiços e maldições, incluindo Impedimenta e Sectumsempra, mas nenhuma delas funcionou, já que os Inferi são muitos e não sentiam dor. Dumbledore, tendo recuperado a consciência, criou um anel de fogo em volta do lago que repeliu os Inferi, os levando de volta ao lago enquanto ele e Harry escapavam com a Horcrux.

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Dumbledore momentos antes de sua morte, perdendo a lealdade da Varinha das Varinhas para Draco Malfoy

Harry fez um pequeno corte em seu braço para abrir o portal escondido, e fora da caverna eles desaparataram de volts a Hogsmeade. Mas foram alarmados mais uma vez, já que a Batalha da Torre de Astronomia já havia começado. Harry e Dumbledore pegaram vassouras emprestadas de Madame Rosmerta e voaram para a Torre de Astronomias. Uma vez na Torre de Astronomia, Dumbledore e o invisível Harry foram surpreendidos por Draco Malfoy, e antes de Harry se revelar, Dumbledore o imobilizou com um Feitiço do Corpo Preso silencioso.

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Snape lançando a maldição que matou Dumbledore

"Snape ergueu a varinha e apontou diretamente para Dumbledore. "Avada Kedavra!" um jorro de luz verde disparou da onta dae sua varinha e atingiu Dumbledore no meio no peito. O grito de horror de Harry jamais saiu; silencioso e paralisado, ele foi obrigado a presenciar Dumbledore explodir no ar: por uma fração de segundo, ele pareceu pairar suspenso sob a caveira brilhante e, em seguida, foi caindo lentamente de costas, como uma grane boneca de trapos, por cima das ameias, e desapareceu de vista."
—Snape assassinando Dumbledore no topo da Torre de Astronomia[fnt]

Malfoy disarmou Dumbledore, e admitiu que ele, Draco, estava por trás da série de ataques nos alunos de Hogwarts, e que Voldemort havia ordenado que ele matasse Dumbledore. Dumbledore revelou que sabia da missão de Draco e dos atentados contra sua vida com o colar de opalas, assim como o hidromel envenenado, mas deixou que ele ficasse em Hogwarts sabendo que Voldemort o mataria se ele fosse exposto e expulso. Dumbledore ofereceu proteção a Draco, e prometeu que esconderia ele e sua mãe onde Voldemort nunca os encontraria. Draco não pôde matar o diretor, mesmo após a chegada de vários Comensais da Morte, que foram trazidos ao castelo por Draco.

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Dumbledore caindo após ser morto

No entanto, Snape — que havia sido chamado por Fílio Flitwick para ajudar a Ordem da Fênix — chegou na Torre e depois de Dumbledore pedir sua ajuda, de uma forma que não expusesse as verdadeiras intenções de Snape, lançou a Maldição da Morte, matando o diretor e jogando seu corpo da torre ao chão.

Pouco depois do final da batalha, Harry encontrou o corpo de Dumbledore deitado no chão na frente dos alunos, Harry encontrou o medalhão, leu um bilhete escrito por R.A.B. e percebeu que aquilo não era uma Horcrux, que o medalhão era falso. Harry não sabia ou se importava com o significado da mensagem, mas sentiu que ele e Dumbledore não haviam conseguido nada naquela noite e que o diretor havia se enfraquecido bebendo aquela poção por nada. Harry começou a chorar sobre o corpo de Dumbledore, endireitou o óculos de meia-lua sobre seu nariz e usou a própria manga para limpar uma trilha de sangue sob sua boca.

No dia após a morte de Dumbledore, houve um funeral onde os alunos e funcionários de Hogwarts, oficiais do Ministério da Magia (incluindo Cornélio Fudge, Rufo Scrimgeour, Dolores Umbridge e Percy Weasley), centauros, membros da Ordem da Fênix (exceto Severo Snape e Mundungo Fletcher (devido à sua recente prisão em Azkaban)), moradores de Hogsmeade (incluindo o irmão de Dumbledore, Aberforth), Fawkes, o meio irmão de Hagrid - Grope, sereianos e vários outros bruxos e bruxas ao redor do mundo, como Tom, o dono do Caldeirão Furado, Madame Maxime da Academia de Magia Beauxbatons, Donaghan Tremlett, o baixista das Esquisitonas, Ernesto Prang, motorista do Nôitibus Andante, Madame Malkin da loja de vestes no Beco Diagonal e a senhora que empurrava o carrinho no Expresso de Hogwarts e vários outros.

Post-mortemEditar

"Afinal, para a mente bem estruturada, a morte é apenas a grade aventura seguinte."
—Alvo Dumbledore[fnt]
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O retrato de Alvo Dumbledore

Após sua morte, a reputação de Dumbledore foi um pouco manchada por Rita Skeeter, que escreveu uma biografia ultrajante, intitulada A Vida e as Mentiras de Alvo Dumbledore. O livro o retratava em várias maneiras desagradável, incluindo a sugestão de que ele havia atrasado o enfrentamento com Gerardo Grindelwald porque ainda sentia um pouco de afeição pelo bruxo. Em 1998, pouco antes do inicio da Batalha de Hogwarts, Lorde Voldemort tentou forçar o dono anterior da Varinha das Varinhas, o próprio Grindelwald, a revelar sua localização. Apesar do bruxo recusar dizer onde a varinha estava, Voldemort deduziu que a fidelidade da varinha havia passado a Dumbledore após o diretor ter derrotado Grindelwald em 1945. Voldemort violou o túmulo de Dumbledore e roubou a varinha na esperança de ter seu poder em suas mãos.

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O túmulo de Alvo Dumbledore

Acontece que a noite em que o diretor morreu não foi a última vez que Harry o viu. Depois de descobrir que ele era uma das Horcruxes de Voldemort (Voldemort tendo acidentalmente tornado-o em uma na noite em que tentara matá-lo), Harry corajosamente entrou na clareira onde Voldemort se encontrava para ser morto pelo lorde, assim como Dumbledore havia relutantemente planejado. Mas a Maldição da Morte de Voldemort outra vez falhou. Em vez de morrer, Harry entrou em um estado de limbo, onde conversou com o espírito de Dumbledore. Dumbledore explicou a Harry tudo que não o havia dito quando ainda estava vivo: a natureza das Relíquias da Morte, sua amizade com Gerardo Grindelwald, e várias outras coisas.

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Voldemort violando o túmulo de Dumbledore

O mais importante, ele revelou que Harry não estava morto porque, quando Voldemort tinha usado o sangue de Harry para restaurar seu corpo, ele sem querer havia ligado a vida de Harry à sua, sendo assim a maldição de Voldemort só havia 'matado' o fragmento de alma que havia permanecido em Harry por todos esses anos. Harry também tentou consolar Dumbledore quando o professor o perguntou se havia sido melhor do que Voldemort em sua busca pelo poder; Harry disse que Dumbledore nunca havia matado quando podia evitar, e que a busca de Dumbledore pelas Relíquias, em vez de qualquer tentativa de criar Horcruxes, o tornava completamente diferente de Voldemort.

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Harry Potter falando com Alvo Dumbledore no Limbo

Depois de terminarem de conversar, Dumbledore e Harry se separaram; Harry voltou para a clareira. Dumbledore foi o único diretor a descansar nos terrenos de Hogwarts, depois de Hagrid argumentar que nenhum outro havia se dedicado tanto pela escola quando Dumbledore. Seu retrato também permaneceu em Hogwarts. Após a morte de Voldemort e a revelação de Harry de que ele era o verdadeiro dono da Varinha das Varinhas, Harry disse ao retrato de Dumbledore que ia devolver a varinha ao túmulo onde ela permaneceria até sua morte, caso ele morresse sem ser derrotado, ele seria o último mestre da varinha, o que quebraria seu poder. Ele só a usou para fazer uma coisa: consertar sua própria varinha, que havia sido partida anteriormente.

O segundo filho de Harry e Gina Potter recebeu o nome Alvo Severo Potter, em homenagem a Dumbledore e Severo Snape.

Aparência físicaEditar

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Alvo Dumbledore, um grande bruxo.

Alvo Dumbledore era alto e magro, com cabelos e barbas prateados (acaju quando jovem) tão longos que podiam ser presos em seu cinto. Ele tinha um nariz muito longo e torto, como se tivesse sido quebrado pelo menos duas vezes (é especulado que o soco de seu irmão durante o velório de sua irmã tenha contribuído para o formato de seu nariz). Ele também tinha dedos longos e habilidosos. Seus olhos tinham um tom azul brilhante que davam a impressão de enxergar a alma de quem olhavam, e que geralmente cintilavam de gentileza e travessura.

No entanto, quando ficava genuinamente furioso, Dumbledore se transformava de um velho de olhos brilhantes e bondosos em um bruxo ainda mais aterrorizante do que Lord Voldemort, seu rosto um clássico exemplo de fúria incontida uma aura de poder que o fazia parecer estar emitindo calor. Na verdade, Harry — após testemunhar um momento da raiva furiosa de Dumbledore — começou a compreeender porque as pessoas sempre diziam que Dumbledore havia sido o único bruxo a quem Voldemort havia temido.

Dumbledore usava óculos de meia-lua e uma combinação colorida de vestes, de roxo a vermelho sangue. Ele diz ter uma cicatriz acima do joelho esquerdo no formato exato do metrô de Londres, embora não se sabe se isto é uma piada ou se a cicatriz realmente existe. Seu comportamento era geralmente sereno e etéreo, e ele geralmente falava em uma voz calma e agradável mesmo quando, segundo a impressão de Harry, estivesse furioso.

Durante o último ano de sua vida, a mão direita de Dumbledore foi cicatrizada após ele colocar o anel de Servolo Gaunt, que estava amaldiçoado. Se Severo Snape não houvesse interferido, Dumbledore teria morrido muito mais rápido. Mesmo assim a maldição deixou sua mão escurecida e seca, e nenhuma tentativa de curá-la poderia restaurar sua aparência. De acordo com Snape, a maldição eventualmente se espalharia da mão ao corpo, e Dumbledore estava condenado a morrer em cerca de um ano.

No limbo, sua aparência estava exatamente como Harry se lembrava: ambas as mãos estavam imaculadas, sua postura ereta e animada.

PersonalidadeEditar

Alvo Dumbledore: "Sejam bem-vindos! Sejam bem-vindos para um um novo ano em Hogwarts! Antes de começarmos nosso banquete, eu gostaria de dizer umas palavrinhas: Pateta! Chorão! Destabocado! Beliscão! Obrigado."
Harry Potter: "Ele é... um pouquinho maluco?"
Percy Weasley: "Maluco? Ele é um gênio! O melhor bruxo do mundo! Mas é um pouquinho maluco, sim."
Harry Potter e Percy Weasley sobre Alvo Dumbledore.[src]


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O Professor Alvo Dumbledore em Hogwarts em 1997

Considerado o bruxo mais poderoso de seu tempo, Dumbledore era bondoso e sábio, um bom bruxo no estilo de Merlin. Ele quase constantemente exibia uma aura de serenidade e compostura, raramente mostrando emoções intensas de raiva ou medo. Ele falava em uma voz calma e contida, sendo razoável e gentil, mas firme. Ainda assim, apesar de sua natureza benigna, dizia-se que Dumbledore era o único bruxo a quem Lord Voldemort realmente temeu.

Dumbledore era muito excêntrico e até ligeiramente afeminado; ele gostava muito de tricô e frequentemente usava roupas extravagantes (ele é até visto usando um boné florido). Ele também era conhecido por suas demonstrações aleatórias de esquisitices; ele muitas vezes usava do humor para deixar as pessoas confortáveis em sua presença. Dumbledore era conhecido por ser do tipo filosófico; poucas pessoas tinham a inteligência (ou a paciência) para compreender suas filosofias.

Como era um bruxo supremamente talentoso, Dumbledore mostrava vários exemplos de suas habilidades extraordinárias. Suas capacidades como um bruxo eram combinadas com um tipo de artimanha e sutileza mentais que o permitiam compreender a mente humana e transformar os melhores aspectos da natureza dos homens (confiança, amor, e amizade) em armas contra Voldemort. Mas, apesar de seus muitos talentos e conquistas, Dumbledore nunca era arrogante, megalomaníaco ou pomposo, e nisso ele era superior aos outros grandes bruxos de sua época. Ele era, contudo, muito consciente de seu imenso talento e inteligência, e não se importava de mencionar isso aos outros. Dumbledore reconhece que todos têm suas fraquezas, e que ele não era exceção. Ao mesmo tempo, ele também reconhecia que as pessoas se tornavam fortes ao primeiro aceitar tais fraquezas.

"Como já provei a você também, erro como qualquer outro homem. De fato, sendo, perdoe-me, bem mais inteligente que a maioria, os meus erros tendem a ser proporcionalmente maiores."
—Dumbledore discute com Harry sua teoria sobre as horcruxes, e a possibilidade de estar errado.[fnt]
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Alvo Dumbledore provando ao jovem Tom Riddle que era um bruxo

Mais do que qualquer outra coisa, Dumbledore era motivado por sua crença no poder do espírito humano. Ele também tinha uma profunda capacidade para amar, frequentemente lembrando Harry que o amor era a maior magia de todas. Isto talvez teve origem em sua "grande tragédia", em relação a seu amor por Gerardo Grindelwald, a quem também admirava por suas ideias inovadoras. Dumbledore acreditava na bondade que todos carregavam dentro de si, e insistia em dar segundas chances. O maior exemplo disso sendo a amizade entre o diretor e Severo Snape, a quem Dumbledore estava disposto a manter uma quantidade considerável de confiança após uma mostra de remorso. Dumbledore até mesmo viu uma possibilidade para o bem no jovem Voldemort, e estava disposto a dá-lo uma segunda chance, apesar do fato de que Voldemort já havia mostrado ser cruel mesmo em idade tenra.

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Alvo Dumbledore em reflexão

Dumbledore era altamente perceptivo e emocionalmente inteligente; sua intuição sobre a verdadeira natureza das pessoas que conhecia ia além de apenas um bom julgamento de caráter. Isto nunca é mais claro do que em suas complexas conjecturas sobre a mente de Voldemort, o que o ajudou a deduzir com Harry a localização das Horcruxes.

Assim como não temer a morte, acreditando-a ser somente "a próxima aventura", Dumbledore também era corajoso e resistente às coisas que realmente temia. Por exemplo, ele discutiu com Severo Snape que preferia ter uma morte pacífica, indolor e digna, combinada com o Mestre das Poções, ele estava disposto a sacrificar saúde e sanidade e se sujeitar a intensa dor se achasse necessário. Um exemplo disso aconteceu na caverna da Horcrux, quando, sabendo que a Poção o causaria dor e desespero imensos (sem saber exatamente o que aconteceria com ele), ele não hesitou a decidir que deveria ser ele que deveria de tomar, não Harry. Ele sabia, contudo, que a vida de Harry era mais importante já que ele próprio tinha pouco tempo de vida.

Contudo, apesar de suas muitas qualidades, ele exibia traços maquiavélicos [14]. Ele podia ser estoicamente pragmático e inclinado a mentiras e segredos, apesar de algumas pessoas ao seu redor terem provado serem dignas de confiança. Ele passou boa parte de sua juventude concebendo planos com Gerardo Grindelwald para a dominação global dos bruxos sobre os trouxas, no processo tratando sua irmã doente com negligência. Dumbledore não era um homem cruel, mas às vezes era muito idealista, fazendo escolhas que pensava serem melhores para a humanidade, mesmo se ferissem profundamente as pessoas ao seu redor. Embora sua tendência em relação a esse tipo de comportamento tenha diminuído com a idade, ele tomou vantagem das emoções de Severo Snape. Ele também evitou contato direto com Harry Potter após o renascimento de Lorde Voldemort, temendo que Voldemort pudesse usar a conexão entre eles para descobrir a real natureza do relacionamento entre Dumbledore e Harry e usar isso contra o diretor.

Ele também podia ser um pouco arrogante, já que pensava ser "mais esperto do que a maioria". Sua confiança de que venceria antes de enfrentar Fudge e os aurores e fugir de Hogwarts sem ser capturado estava correta mas podia ser descrita como um pouco arrogante.

"Eu conhecia meu irmão, Potter. Ele aprendeu a guardar segredo no colo de nossa mãe. Segredos e mentiras, foi assim que fomos criados, e Alvo... tinha um pendor natural... Como pode ter certeza, Potter, de que o meu irmão não estava mais interessado no bem maior do que em você? Como pode ter certeza de que não é dispensável, exatamente omo a minha irmã foi?"
—Aberforth Dumbledore amargamente descrevendo seu irmão[fnt]
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Dumbledore em seu escritório

O maior defeito de Dumbledore, o que ele explicou para Harry em 1998,[7] era seu desejo pelo poder. Ele eventualmente passou a pensar que aqueles que não desejam o poder podem ser os que melhor saibam usá-lo. Quando ele e Gerardo Grindelwald eram jovens, eles faziam planos para dominar os trouxas e recolocar os bruxos no poder. No entanto, Dumbledore abandonou esse sonho quando sua irmã, Ariana Dumbledore, foi morta acidentalmente em um duelo entre ele, Aberforth Dumbledore, e Grindelwald. Isso levou ele a recusar quaisquer poderes superiores àqueles que já possuía como o diretor de Hogwarts.

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O arrependimento de Dumbledore

Dumbledore era assombrado pela triste história de sua família, e em particular pela culpa que pensava poder ter tido em relação à morte de sua irmã. Ele sentia imenso remorso por seu egoísmo e foi torturado pelo resto de sua vida pela possibilidade de que havia sido ele quem lançou o feitiço que tirou a vida de sua irmã, ao ponto que o diretor adiou seu enfrentamento com Grindelwald até que não havia mais escolha, porque ele tinha medo do que seu antigo amigo podia saber sobre a morte de Ariana. Quando ele olhou no Espelho de Ojesed, ele viu a si mesmo redimido aos olhos de seu irmão e sua família inteira viva e unida.[15]

Dumbledore era gay, mas após refletir que se apaixonar por Gerardo Grindelwald em sua juventude o fez perder seu compasso moral, ele parou parou de confiar em si mesmo em tais questões.[16][17] Em função disso, ele se tornou "bem assexual," e levou uma vida "celibatária e dedicada à aprendizagem."[17]

"Pode se encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se a pessoa se lembrar de acender a luz."
—Alvo Dumbledore[fnt]

PossesEditar

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A penseira de Dumbledore

O escritório de Dumbledore abriga um número variado de instrumentos curiosos. Entre eles uma penseira, uma bacia de pedra usada para guardar e revisitar lembranças, as quais bruxas e bruxos são capazes de extrair de suas cabeças como um tipo de fluido. Harry descobre-a pela primeira vez ao testemunhar a memória de Dumbledore do julgamento de Igor Karkaroff em frente a Suprema Corte dos Bruxos, e também a usa para ver as lembranças de infância de Severo Snape. Durante as aulas particulares entre Harry e Dumbledore, a penseira é usada para visitar várias lembranças sobre o passado de Tom Riddle.

Dumbledore também usava o desiluminador, um aparelho usado para apagar e acender luzes, e para se usar para voltar para a casa, onde quer que esteja. É confirmado quando Rony herda o desiluminador que o objeto era de autoria do próprio Dumbledore. Dumbledore era o dono e mestre da Varinha das Varinhas, um objeto extremamente poderoso também conhecido como a "Varinha do Destino" ou a "Varinha da Morte", e uma das Relíquias da Morte, até ser desarmado por Draco Malfoy no topo da Torre de Astronomia, mas a fidelidade da varinha foi transferida para Harry Potter quase um ano depois.

Diferentemente dos antigos donos da varinha, Dumbledore manteve sua identidade em segredo. Ele também tinha uma fênix de estimação, a quem chamava Fawkes, que deixou o Castelo de Hogwarts após a morte de Dumbledore. É revelado que de duas das penas de Fawkes foram formados os núcleos das varinhas de Harry e de Voldemort.

O Professor Dumbledore também mantinha um diário no qual escrevia regularmente.

Habilidades e poderesEditar

Dolores Umbridge: "Mas ouso afirmar que em breve o Ministro da Magia descobrirá seu paradeiro. ..."
Griselda Marchbanks: "Duvido, não se Dumbledore não quiser ser encontrado! Eu sei... examinei-o pessoalmente em Transfiguração e Feitiços quando ele prestou os N.I.E.M.s... fez coisas com uma varinha que eu nunca tinha visto antes..."
— Dolores Umbridge e Griselda Marchbanks discutindo Dumbledore.[fnt]
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Alvo Dumbledore em combate com Voldemort

Dumbledore era considerado por muitos o mais poderoso bruxo de seu tempo, e seus poderes extraordinários eram admirados e temidos até por aqueles que também possuíam excepcional talento em magia. Até mesmo o próprio Lorde das Trevas, que considerava a si mesmo o maior e mais poderoso bruxo de todos, reconheceu que Dumbledore era um grande bruxo e até o temia em segredo.

  • Magia Alvo Dumbledore era considerado um dos mais poderosos bruxos de seu tempo, e ele honrou este título em muitas ocasiões. Após seu primeiro ano em Hogwarts, ele já era conhecido por ser precocemente talentoso em magia, e considerado nada mais nada menos do que o aluno mais dotado que a escola já veria. Ele voltou para a escola depois para servir como professor de Transfiguração, um campo da magia difícil e complexo. Ele provou ser realmente mais habilidoso que o segundo mais poderoso bruxo das Trevas de todos dos tempos, Gerardo Grindelwald.[7] Ele também era o único bruxo a ser temido pelo bruxo das Trevas mais perigoso de todos os tempos, Lorde Voldemort, a quem fez recuar no único duelo entre os dois que se tem conhecimento. Isto pode ter sido auxiliado pelo uso da Varinha das Varinhas, desconhecida a Voldemort naquela época, embora Voldemort tenha notado que Dumbledore não estava tentando matá-lo.[10]
  • Intelecto: Dumbledore não era apenas um grande bruxo, mas também possuía um intelecto extraordinário, capaz de elaborar um plano complicadamente brilhante para derrotar o aparentemente inderrotável Lorde Voldemort e era também particularmente brilhante em adivinhar, prever e fazer hipóteses. Isto é visto com frequência durante os eventos da Segunda Guerra Bruxa, quando Dumbledore, através de vários planos estratégicos e manipulação quase Maquiavélica de pessoas-chave como Severo Snape, antes de sua morte, e é capaz de calçar o caminho para Harry Potter localizar as horcruxes de Lorde Voldemort. Seu inteligência, ou pelo menos sua mente estratégica, é um de seus principais talentos. Sua genialidade era ainda mais perceptível após sua morte, através de seu testamento. Ele deu a Rony Weasley seu desiluminador, compreendendo que embora Rony iria deixar de caçar as horcruxes, ele desejaria voltar. Ele sabia que a sede pelop saber de Hermione Granger a levaria a investigar o símbolo que ele havia desenhado na cópia de Os Contos de Beedle o Bardo que ele havia a dado. Isto fez com que Harry não apenas conhecesse as Relíquias da Morte, mas que também obtivesse a Pedra da Ressurreição através do Pomo de Ouro que o havia deixado, dando a Harry o apoio emocional que precisava para se sacrificar para o Lorde das Trevas.
  • Duelo: Dumbledore duelava com excepcional habilidade, capaz de capturar vários Comensais da Morte de uma vez e duelando com Lorde Voldemort durante a Batalha do Departamento de Mistérios, mesmo sendo muito mais velho e não sendo tão poderoso quanto um dia já fora, contudo, deve-se notar que ele usava a Varinha das Varinhas na época, embora ele não quisesse matar Voldemort. Ele também facilmente derrotou Cornélio Fudge, Dolores Umbridge, Quim Shacklebolt, e John Dawlish quando estes tentaram prendê-lo (embora Quim estava secretamente ao lado de Dumbledore). O mais impressionante exemplo de suas habilidades em combate foi vistos quando Alvo derrotou Gerardo Grindelwald, apesar do fato de Grindelwald ser o senhor da Varinha das Varinhas. Testemunhas oculares disseram que aquele havia sido maior duelo bruxo já travado. Alvo disse que era um pouco mais habilidoso que Grindelwald. O estilo de combate de Dumbledore geralmente empregava o uso do fogo. embora ele tenha usado também água em seu duelo com Voldemort.
  • Invisibilidade: Alvo tinha a habilidade de se deixar invisível sem o uso de uma Capa da Invisibilidade. Para ficar assim, Dumbledore apenas usava um Feitiço de Desilusão extremamente poderoso.[18] Ele também era capaz de usar o Homenum Revelio, sem varinha e não-verbalmente[19] para detectar a presença de pessoas que estivessem invisíveis, mesmo se estivessem usando uma Capa da Invisibilidade.
  • Oclumência e Legilimência: Dumbledore também era muito bom em Oclumência e Legilimência. Muitas pessoas, particularmente Harry Potter, notavam que Dumbledore às vezes parecia entrar em suas mentes e ver e decifrar o que estavam pensando.[10] Contudo, alguns dos seguidores de Lorde Voldemort, como Bartô Crouch Jr, provaram ser excelentes oclumentes, capazes de esconder seus pensamentos dele.
  • Mestre das Relíquias da Morte: Alvo Dumbledore é a única pessoa além de Harry Potter a possuir todas as três Relíquias da Morte, embora, como Harry Potter, ele não tenha possuído as três ao mesmo tempo. Ele obteve primeiro a Varinha das Varinhas após ter derrotado Grindelwald. Ele possuiu a Capa da Invisibilidade depois de ter pegado emprestada de Tiago Potter, e após as mortes de Tiago e Lílian Potter ele a manteve a salvo até devolver a Capa para Harry Potter no seu primeiro Natal em Hogwarts. Finalmente ele obteve a Pedra da Ressurreição após localizar e destruir o fragmeto da alma de Voldemort contida no anel que servia de Horcrux.
  • Magia sem varinha e não-verbal: Alvo podia produzir magia sem o uso de uma varinha, e tinha muita habilidade com magia não-verbal. Enquanto algumas pessoas, como Antônio Dolohov, como visto durante a Batalha do Departamento de Mistérios ,[10] parecia produzir magia menos poderosa não-verbalmente, Dumbledore era capaz de feitos extraordinários como conjurar centenas de sacos de dormir roxos para acomodar os alunos de Hogwarts, sem dizer uma palavra.[13] Quando na Caverna de Cristal, Dumbledore provou ser capaz de frustrar as defesas armadas por Lorde Voldemort, sem usar a varinha. Ele também realizou o feitiço Aresto Momentum, sem uma varinha, para salvar Harry de cair para a morte nas mãos dos dementadores. Ele também podia acender e apagar velas, apenas com um movimento da mão.[8]
  • Criação de feitiços: Dumbledore era conhecido por ter criado aparelhos e feitiços únicos. Seu desiluminador era considerado único, e foi inventado por ele mesmo. Além disso, após ter sido herdado por Rony Weasley, ele descobriu que às vezes podia ouvir as vozes de Harry e Hermione, e que também o fazia aparatar aonde estavam. Ele também desenvolveu um método de comunicação usando o Feitiço do Patrono, e o ensinou aos membros da Ordem da Fênix.
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Dumbledore conjura um laço de fogo para afastar os Inferi e proteger Harry Potter

  • Magia de fogo: A arma de escolha de Alvo era o fogo. Em seu duelo contra Voldemort ele usou uma corda de fogo; quando mostrou seus poderes para o jovem Tom Riddle, ele envolveu o armário de Riddle em fogo, sem queimar realmente nada; ele uma vez usou uma vasta quantidade de fogo para manter uma horda de Inferi afastada. Ele é conhecido por saber conjurar Fogo Gubraiciano. Sua pássaro, Fawkes, é uma fênix, que morre e renasce das cinzas. Embora Dumbledore preferisse o fogo, durante a Batalha do Departamento de Mistérios ele usou água parar aprisionar Voldemort; o que pode ter sido porque ele não queria ferir Voldemort, apenas proteger Harry.
  • Poliglota mágico: Dumbledore podia falar sereiano[20] e grugulês. Ele podia citar palavra por palavra uma frase ofidioglota dita por Morfino Gaunt em uma lembrança guardada.[8]
  • Preparador de poções: Dumbledore também era proficiente em Poções, e de acordo com o obituário escrito por Elifas Doge, seus artigos eram publicados no O Preparador de Poções. Sua habilidade em Poções foi provavelmente fundamental na descoberta dos Doze Usos do Sangue de Dragão.
  • Feitiços: Alvo era conhecido por sua habilidade em Feitiços, e seus artigos eram frequentemente publicados em Sucesso em Feitiços. Ele podia conjurar um Patrono corpóreo (na forma de uma fênix) e criou novos parâmetros para tal feitiço, fazendo com que possa se usado como forma de comunicação (deixando o bruxo falar com a própria voz através do Patrono). Ele também podia lançar o extremamente complexo Feitiço Fidelius.
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O patrono de Alvo.

  • Transfiguração: Antes de se tornar, Alvo era o professor de Transfiguração de Hogwarts, o que significa que tinha muita habilidade nessa área. Durante seu duelo com Voldemort na Batalha do Departamento de Mistérios, Dumbledore podia até mesmo conjurar escudo que imediatamente transfigurou os milhares de cacos de vidro que foram direcionados a ele e a Harry por Voldemort em areia no meio do caminho.
  • Aparatação: Dumbledore podia se transportar de um lugar para outro com precisão absoluta, mesmo em combate. Ele usou esta habilidade para evitar alguns dos feitiços de Voldemort durante seu duelo antes de contra-atacar. Ele também podia aparatar silenciosamente, o que só podia ser feito por um mestre em Aparatação. Ele podia aparatar de dentro dos terrenos de Hogwarts .
  • Voo: Dumbledore voava muito bem de vassoura. Pouco antes de sua morte, ele voou para a torre de Astronomia de Hogwarts, apesar de ter sido enfraquecido por uma poção. Ele também podia lançar feitiços durante o voo.[21]
  • Habilidades de liderança: Dumbledore foi considerado por muitos como o maior diretor da história de Hogwarts. Ele fundou e liderou a Ordem da Fênix contra Voldemort e seus Comensais da Morte em ambas as Guerras Bruxas. Também o ofereceram o posto de Ministro da Magia várias vezes, mas ele recusou em todas elas, já que era da opinião de que não podia receber esse tipo de poder. Após sua morte, ele disse que se considerava um líder inferior comparado a Harry Potter, já que ele havia deliberadamente buscado o poder, enquanto Harry só liderou os outros após ter sido elevado a uma posição de liderança por circunstâncias externas.

Conquistas profissionaisEditar

Alvo Dumbledore foi um famoso alquimista que trabalhou com Nicolau Flamel, o único que foi capaz de tornar a Pedra Filosofal realidade, e foi confiado com a responsabilidade de manter a pedra sob proteção. Dumbledore era conhecido por ter descoberto os doze susos do sangue de dragão. Ele também era capaz de conjurar um Patrono, um que toma a forma de uma fênix.

Dumbledore se tornou o Bruxo Chefe da Suprema Corte dos Bruxos e Cacique Supremo da Confederação Internacional dos Bruxos. Ele foi removido destes postos durante seu conflito com o Ministério da Magia sob a direção do Ministro da Magia Cornélio Fudge, mas recuperou seu posto e o Ministério foi forçado a admitir que Dumbledore estava certo sobre o retorno de Voldemort. Ele mantém a Ordem de Merlim, Primeira Classe, por Grande Feitiçaria.

RelacionamentosEditar

FamíliaEditar

PaisEditar

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O pai de Al, Percival

"Não me entenda mal. Eu os amava. Amava meus pais. Amava meu irmão e minha irmã, mas era egoísta."
—Alvo Dumbledore[fnt]

O relacionamento de Alvo com seus pais não é muito conhecido. Contudo, pode-se teorizar que ele provavelmente não admirava muito seu pai, já que ele era mantido preso em Azkaban por atacar magicamente três garotos trouxas que causaram danos psicológicos permanentes em Ariana. De acordo com Aberforth, sua mãe ensinou a Alvo como guardar segredos. Sua morte deixou Alvo enraivecido e amargo, como havia-o deixado com a responsabilidade de dois irmãos, uma instável e o outro rebelde, e ele achava que estava sendo preso e desperdiçado.

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A mãe de Alvo, Kendra

Posteriormente, durante suas conversas com Harry no limbo, ele confessou que realmente amava cada membro de sua família, mas que estava cego por sua ambição e sua loucura. Ele tinha originalmente planejado usar a Pedra da Ressurreição para trazer os pais de volta, para que a responsabilidade em seus ombros fosse retirada. Após a morte trágica de Ariana, ele planejou usar a pedra (isto é, se ele um dia a encontrasse) para trazer de volta seus pais e sua irmã e se desculpar a eles. Este desejo, contudo, causou sua morte no fim: a Pedra da Ressurreição havia se tornado parte de um anel cuja maldição o infectou no instante em que lhe foi colocado, e ela lentamente o matou.

Ariana DumbledoreEditar

"Diziam que tinha medo de mim, e talvez fosse verdade mas teria menos do que eu tinha dele... Entende, eu nunca soube qual de nós, naquela última luta horrenda, havia realmente lançado o feitiço que matara minha irmã... eu temia mais que tudo o conhecimento de que fora eu o causador de sua morte, não apenas por causa da minha arrogância e estupidez, mas que eu, de fato, tivesse dado o golpe que lhe tirara a vida. Acho que ele sabia disso, acho que sabia o que me apavorava."
—Alvo Dumbledore para Harry Potter sobre sua culpa pela morte de Ariana[fnt]
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Ariana, a irmã mais nova de Alvo

Alvo Dumbledore era o irmão mais velho de Ariana Dumbledore, e não era tão próximo de seus irmãos quanto eles eram entre si. Embora ele tenha amado sua irmã mais nova, Alvo ressentia ter que assumir a responsabilidade por ela após a morte de sua mãe, o que o forçou a ficar em casa e abandonar seus planos ambiciosos. Quando ele e Gerardo Grindelwald formularam planos para a dominação dos trouxas e tomar o poder no mundo bruxo, Alvo planejou trazer Ariana com eles, mas Aberforth disse que ela não estava em condições de ir. Isto desencadeou um duelo triplo entre os irmãos e Grindelwald, e Ariana foi acidentalmente morta na confusão. Pelo resto da vida, Alvo conviveu com a culpa pelo papel que desempenhou na morte da irmã, e com o medo de que poderia ter sido ele quem matara Ariana.[22]

Daí em diante, o bicho-papão de Alvo seria o cadáver de Ariana, e no Espelho de Ojesed, ele veria sua família viva, segura e unida.[23]

Aberforth DumbledoreEditar

"Não se pareciam; Aberforth nunca foi dado a leituras e, ao contrário de Alvo, preferia resolver suas diferenças com duelos em vez de discuti-las racionalmente. E, para fazer justiça a Aberforth, deve-se admitir que viver à sombra de Alvo não pode ter sido uma experiência muito confortável."
—Descrição dos irmãos Dumbledore[fnt]
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Aberforth, seu irmão

Aberforth Dumbledore era o irmão mais novo de Alvo. Embora Alvo tenha o amado, os dois irmãos não eram próximos e o relacionamento que tinham se tornou pior com a morte de Ariana. Alvo ficou arrasado e Aberforth o culpou pela morte de Ariana. Aberforth participou na Batalha de Hogwarts, na qual ajudou os alunos e funcionários de Hogwarts e os moradores de Hogsmeade a proteger a escola onde Alvo serviu como diretor por quase metade de sua vida, de Lorde Voldemort, dando a Harry tempo para procurar o que achava ser a última horcrux.

Após a morte da irmã, Alvo passou a acreditar que Aberforth era uma pessoa melhor do que ele, ao contrário do que Harry Potter acreditava.

Gerardo GrindelwaldEditar

"Se eu sabia, no fundo do meu coração, quem era Gerardo Grindelwald? Acho que sim, mas fechei os olhos. "
—Alvo Dumbledore para Harry Potter, sobre sua amizade com Gerardo Grindelwald[fnt]
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Gerardo Grindelwald, seu antigo amigo e grande inimigo

Dumbledore conheceu Gerardo Grindelwald pela primeira vez quando tinha dezessete anos. Eles foram apresentam pela tia-avó de Grindelwald, Batilda Bagshot. Eles se deram bem instantaneamente, de acordo com Bagshot. Eles eram unidos pelo desejo de terem as Relíquias da Morte. Sabe-se que Dumbledore era apaixonado por Grindelwald, embora não se saiba se Grindelwald retornava essa afeição.

"Gerardo --
O seu argumento de que a dominação dos bruxos visa ao PRÓPRIO BEM DOS TROUXAS é, ao meu ver, crítico. Sim, fomos dotados de poder e, sim, esse poder nos dá o direito de governar, mas isto também nos dá responsabilidades sobre os governados. Devemos enfatizar este ponto, pois será a pedra angular da nossa construção. Onde discordarmos, como certamente ocorrerá, ela deverá ser a base dos nossos contra-argumentos. Assumimos o poder PELO BEM MAIOR. E segue-se daí que, onde encontrarmos resistência, devemos usar apenas a força necessária. (Este foi o seu erro em Durmstrang! Não me queixo, porém, porque se você não fosse expulso, jamais teríamos nos conhecido.)
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lvo'"
—Uma das cartas de Alvo Dumbledore para Grindelwald em sua juventude quando planejavam a dominação sobre os trouxas.[fnt]

A amizade durou dois meses até que Aberforth, o irmão de Dumbledore, questionou os dois sobre a negligência com Ariana Dumbledore. Grindelwald perdeu o controle durante a discussão em atacou Aberforth. Dumbledore foi defender seu irmão, e durante o duelo, sua irmã, Ariana, foi morta. Grindelwald fugiu e amizade dos dois acabou.

Grindelwald passou vários anos acumulando poder na Europa enquanto Dumbledore lecionava a jovens bruxos em Hogwarts. Enquanto Grindelwald e seu exército aterrorizavam a Europa, Dumbledore se recusou a enfrentá-lo de medo que Grindelwald soubesse que havia realmente matado Ariana. Mas após cinco anos, Dumbledore não podia mais ficar parado, e foi atrás de seu velho amigo. Quando Dumbledore o encontrou, eles travaram o lendário duelo de 1945, testemunhas oculares disseram que não houve duelo mais impressionante travado entre bruxos. Dumbledore venceu no fim, e tomou posse da Varinha das Varinhas e prendeu Grindelwald em sua própria prisão, Nurmengard.

Anos depois em 1998, Grindelwald se recusou a dar qualquer informação a Lord Voldemort sobre a Varinha das Varinhas apesar do fato de que estava preso, sem varinha e cara a cara com o único bruxo da Trevas considerado mais poderoso do que ele. Isto parece indicar que Grindelwald não era mais o mesmo homem que havia tão incessantemente trabalhado em favor das Artes das Trevas. Foi sugerido por Harry Potter que Grindelwald havia sacrificado sua vida para impedir que Voldemort violasse o túmulo de Dumbledore.

Tom Riddle (Lorde Voldemort)Editar

Voldemort: "Você não está procurando me matar, Dumbledore? Está acima de tal brutalidade?"
Dumbledore: "Ambos sabemos que há outras maneiras de destruir um homem, Tom. Admito que meramente tirar sua vida não me satisfaria...."
Voldemort: "Não há nada pior do que a morte, Dumbledore!"
Dumbledore: "Você está muito enganado. Na verdade, sua incapacidade de compreender que há coisas muito piores do que a morte sempre foi sua maior fraqueza..."
— Lorde Voldemort e Dumbledore durante seu duelo durante a Batalha do Departamento de Mistérios.[src]
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Tom Riddle

Dumbledore se apresentou à Sra. Cole, a governanta do orfanato no qual Tom Riddle residiu antes de entrar em Hogwarts. Dumbledore conheceu Tom Riddle lá pela primeira vez e aparentemente não sabia que acabara de conhecer o bruxo das Trevas mais poderoso de todos os tempos. Mas ele estava intrigado por Tom Riddle já que seus poderes eram surpreendentemente bem desenvolvidos para um bruxo tão jovem e que já conseguia usá-los conscientemente. Dumbledore também ficou perturbado pelo fato de Tom ser um ofidioglota, um rara habilidade supostamente ligada às Artes das Trevas, embora não tanto quanto o fato de Tom ter uma pendência óbvia para a crueldade, o sigilo e a dominação. Dumbledore voltou então a Hogwarts pretendendo vigiar Tom Riddle, já que era sozinho e não tinha amigos, uma situação perigosa.

Quando o então diretor Armando Dippet disse a Dumbledore que Tom Riddle queria ficar na escola após a graduação para ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas — o que ele somente recusou devido à idade de Tom, e que sugeriu que pedisse novamente em alguns anos — Dumbledore o aconselhou a não-contratação. Embora ele explicasse nenhumas das razões que tinha ao Professor Dippet, pois o diretor era encantado por Tom, assim como os outros professores, Dumbledore se sentiu desconfortável sobre o pedido e não quis Riddle de volta em Hogwarts em uma posição de poder.

"Já se foi o tempo em que eu podia assustá-lo com um guarda-roupa em chamas e forçá-lo a compensar os seus crimes. Mas quem me dera poder, Tom... quem me dera poder."
—Alvo Dumbledore[fnt]

Embora Dumbledore sabia da transformação e ascensão ao poder de Tom Riddle, ele ainda manteve contato com Tom, e até o permitiu visitar a escola para uma suposta entrevista de emprego. Embora Voldemort certamente quis o emprego por várias razões — o que foi provado depois quando o posto acabou amaldiçoado após a recusa de Dumbledore — o diretor corretamente suspeitava que Riddle havia vindo por outras razões. De fato, Dumbledore quis discutir com Tom seus outros motivos e gentilmente fazê-lo se arrepender por seus crimes.

Era claro que Dumbledore via Tom Riddle como um antigo aluno seu -- e tinha pena pela infância que teve -- e quem nunca havia compreendido o amor, já que nunca havia recebido nenhum. Dumbledore compreendeu o mal em Tom como resultado de uma série de eventos infelizes e realizou intensa pesquisa e respeito dele, eventualmente descobrindo suas Horcruxes. Após a transformação de Riddle em Lorde Voldemort, contrariando o medo que a comunidade bruxa tinha de dizer o nome do Lorde das Trevas, Dumbledore, como a única pessoa a quem Voldemort (secretamente) temia, se recusou a se intimidar pelo Lorde das Trevas, referindo-se a ele como "Voldemort" com outras pessoas e "Tom" quando conversando com o próprio Voldemort, uma sutil mais forte recusa a deixar Lorde Voldemort ditar os termos do relacionamento dos dois e um traço que seria depois herdado por Harry Potter.

Em 1996, Dumbledore e Voldemort se encontraram cara a cara no Ministério da Magia. Voldemort começou um duelo mortal no qual tentou matar seu antigo professor. Dumbledore pôde bloquear os ataques de Voldemort, e os dois empataram. Pouco depois, Dumbledore soube do plano de Voldemort de usar Draco Malfoy para matá-lo. Dumbledore disse a Snape que ele deveria ser aquele que o mataria, em vez de Malfoy. Apesar de ser morto por Snape em 1997, o legado de Dumbledore permitiu que Harry Potter derrotasse Voldemort de uma vez por todas em 1998.

Harry PotterEditar

"Eu me preocupava com você. Me preocupava mais com a sua felicidade do que com o seu conhecimento da verdade, mais com a sua paz de espírito do que com o meu plano, mais com a sua vida do que com as vidas que seriam perdidas se o plano fracassasse. Agi exatamente como Voldemort espera que nós, tolos, que amamos, façamos."
—Dumbledore sobre seu cuidado com Harry[fnt]
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Harry Potter, seu aluno favorito

Dumbledore era conhecido por seu carinho e defesa de Harry Potter. Foi Dumbledore que arranjou o resgate do bebê Harry da casa de seus pais em Godric's Hollow. Ele então deixou Harry sob os cuidados de Petúnia e Válter Dursley no Surrey. Durante os anos de Harry em Hogwarts, Dumbledore o deu proteção e conselhos.

Após o renascimento de Lord Voldemort, Dumbledore, ao tentar poupar Harry de mais dor, recusou a informar certos detalhes ao jovem bruxo. Isto causou tensão entre os dois. Quando Dumbledore explicou a Harry que só havia feito isso porque se importava muito com ele, Harry ainda estava com raiva, mas muito mais compreensivo.

No sexto ano de Harry, Alvo Dumbledore assumiu a responsabilidade de dar a Harry mais informações sobre as origens de Lord Voldemort, já que o poder de Voldemort crescia incessantemente. Ele fez isso principalmente através da Penseira. Ele deu a Harry a tarefa de conseguir uma última, crucial lembrança de Horácio Slughorn a respeito do conhecimento de Voldemort sobre as Horcruxes. Quando Dumbledore foi morto, Harry ficou inconsolável.

"Você é talentoso, famoso e poderoso — tudo o que Horácio valoriza."
—Alvo Dumbledore falando com Harry Potter[fnt]

Harry e Dumbledore forjaram uma forte relação de professor e aluno, comparável à de membros de família, apesar da diferença centenária das idades dos dois. Harry se sentia confortável o suficiente perto da figura impressionante e intimidadora de Dumbledore a ponto de gritar com ele em frustração, chorar de luto, admitir seus medos, e confiá-lo com a própria vida. Dumbledore em retorno considerava Harry um bruxo talentoso e poderoso que havia herdado as melhores qualidades de seus pais, notando que Harry era um líder bem melhor que ele, comom Harry havia liderado os outros porque eles procuraram sua liderança, em vez de ele mesmo ter procurado o poder e a autoridade para si. Ele também acreditava muito em Harry como visto quando Dumbledore estava enfraquecido e Harry, que nunca havia aparatado além de alguns metros, tinha que aparatá-los ambos de volta. Dumbledore disse a Harry que não estava preocupado pois estava com ele.

Antes do final da Batalha de Hogwarts, após Harry ter se sacrificado, ter sido atingido pela Maldição da Morte de Voldemort e ter quase morrido na Floresta Proibida, sua alma foi a um lugar parecido com a Estação King's Cross, onde Dumbledore estava esperando para falar com ele. O fato de que o próprio Dumbledore esperava para encontrar Harry em um lugar entre a vida e a morte representa a força da amizade entre eles. Após a guerra, Harry também deu o nome ao seu segundo filho, Alvo Potter, em homenagem a Dumbledore.

Rúbeo HagridEditar

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Rúbeo Hagrid, seu amigo e colega

"Eu confiaria minha vida a Hagrid."
—Alvo Dumbledore[fnt]

Dumbledore mostra uma confiança inata a Rúbeo Hagrid en toda situação desde quando Hagrid começa a frequentar Hogwarts. Dumbledore acredita que Hagrid não abriu a Câmara Secreta e pede que o antigo diretor Armando Dippet treine Hagrid como guarda-caça para que possa ficar. Desde aquele tempo Dumbledore mostrou muitos exemplos de sua fé em Hagrid. Por exemplo, Hagrid é encarregado de proteger Harry Potter quando é trazido para viver com os Dursley, além disso Alvo pede a ele que traga a Pedra Filosofal do Gringotes. Dumbledore também manda Hagrid em outras missões importantes, como tentar persuadir os gigantes a se juntarem à Ordem da Fênix. Hagrid também ficou devastado pela morte de Dumbledore em 1997. Ele também estava certo em contar a Harry que Snape estava no lado de Dumbledore.

Minerva McGonagallEditar

Minerva McGonagall: "O Prof. Dumbledore é um grande bruxo, Potter, o tempo dele é muito solicitado."
Harry Potter: "Mas é importante."
Minerva McGonagall e Harry Potter em 1992.[fnt]
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Minerva McGonagall e Alvo Dumbledore no Baile de Inverno

Minerva McGonagall conhecia Dumbledore pela maior parte de sua vida. Ela estudou em Hogwarts durante a época em que Alvo ensinava Transfiguração e foi quem o substituiu quando ele se tornou o diretor da escola. Ela trabalhou por muito anos como diretora substituta, o representando e o substituindo em muitas ocasiões.[8][12]

Minerva acreditava muito em Dumbledore, notando as muitas diferenças que ele tinha em relação a Voldemort.[11] Contudo, ela não hesitava em discordar dele quando sentia a necessidade de fazè-lo. Ela era contra a decisão do diretor de colocar Harry Potter para viver com Petúnia Dursley e sua família, de acordo com ela a pior espécie de trouxas que já tinha visto[11] Ela também ajudava Dumbledore a permanecer no assunto quando ele se tornava distraído do assunto.[20]

Dumbledore descobriu Minerva às lágrimas em uma noite, após ela ter descoberto sobre o casamento de um jovem por quem estava apaixonada. Ela confessou a ele a história completa, e Alvo Dumbledore ofereceu conforto e sabedoria; contando a Minerva um pouco da história de sua própria família, previamente desconhecida a ela. As confidências trocadas naquela noite entre dois amigos tão reservados formaram a base de uma amizade e estima mútuas e duradouras.

Minerva não hesitava ao mostrar sua lealdade a Dumbledore. Quando Cornélio Fudge trouxe os aurores para prender Dumbledore em 1996, ela corajosamente se prostrou à frente e anunciou sua intenção de lutar contra os aurores em sua defesa. Ela só recuou quando Dumbledore insistiu que Hogwarts e os alunos precisariam dela em sua ausência.[10]

Minerva ficou desolada quando Dumbledore foi morto em 1997 durante a Batalha da Torre de Astronomia, e e estava presente em seu velório.[8] Um ano depois, quando Harry Potter voltou a Hogwarts em uma missão dada a ele por Dumbledore, ela não questionou a decisão de seu falecido amigo, e imediatamente procurar dar qualquer ajuda que pudesse dar.[7]

Severo SnapeEditar

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Severo e Alvo na sala do diretor

Severo Snape: "Pensei... todos esses anos... que nós o protegíamos por causa dela. De Lílian."
Alvo Dumbledore: "Nós o protegíamos porque era essencial que fosse ensinado, criado e pudesse experimentar a própria força. Nesse meio-tempo, a ligação entre os dois foi crescendo, um crescimento parasitário: às vezes penso que Harry suspeita disso. Se bem o conheço, tomará providências para que, ao sair ao encontro da morte, isto represente, verdadeiramente, o fim de Voldemort."
Severo Snape: "Você o manteve vivo para que pudesse morrer na hora certa?"
Alvo Dumbledore: "Não fique chocado, Severo. Quantos homens e mulheres você viu morrer?"
Severo Snape: "Você me usou. Espionei por você, menti por você, corri risco mortal por você. Supostamente tudo para manter o filho de Lílian Potter vivo. Agora você me diz que o esteve criando como um porco para o abate..."
Alvo Dumbledore: "Ora, isso é comovente, Severo.. Você acabou se afeiçoando ao menino, afinal?"
Severo Snape sobre a manipulação de Dumbledore[src]

O relacionamento de Snape com Dumbledore era formado por uma confiança muito forte, mas não infinita. Após ter indiretamente mandado Voldemort atrás de Lílian, Snape pediu a Dumbledore para mantê-la segura. Dumbledore escolheu concentrar o remorso de chose Snape e iniciá-lo na Ordem da Fênix como agente duplo.

Espiando pela Ordem, Snape manteve seu lugar entre os Comensais da Morte, enquanto informava Dumbledore sobre seus movimentos. Ele também trabalhou como agente secreto para Voldemort, e o providenciou muitas informações sobre a Ordem. O conteúdo dessas informações eram frequentemente ditados por Dumbledore. Snape escondia pouca, se qualquer informação que fosse relevante para o sucesso da Ordem de Dumbledore, enquanto fazia o oposto com Voldemort.

Dumbledore não contava tudo a Snape, assim minimizando o potencial dano que poderia ocorrer caso a segurança de Snape estivesse comprometida. Snape ressentia o sigilo de Dumbledore e ficava ofendido pela falta de fé em suas habilidades. Contudo, quando Snape descobriu que havia sido usado como peão na suposta morte de Harry Potter, ele ficou horrorizado, vendo isso como uma traição calculada da memória de Lílian.

Dumbledore subestimou a capacidade de Snape de amar, e, anos depois, ficou muito surpreso de descobrir que Snape ainda mantinha sua devoção.

Em 1996, Dumbledore foi amaldiçoado ao colocar o anel de Servolo Gaunt, que era na verdade uma Horcrux (ele colocou ao perceber que o anel continha a Pedra da Ressurreição, na esperança de conversar com sua família). Ele conseguiu entrar em contato com Severo, que conseguiu conter a maldição em sua mão direita. Contudo, Snape sabia e disse a Dumbledore que a maldição ficaria mais forte e eventualmente o mataria, em mais ou menos um ano. Nesta época Dumbledore sabia do plano de Voldemort de matá-lo através de Draco Malfoy. Sabendo que morreria em um ano e para assegurar a segurança e a alma de Draco Malfoy, ele pediu a Snape para dá-lo uma morte rápida e indolor quando a hora chegasse. Snape, embora não quisesse matar Dumbledore, atendeu o pedido de Alvo na Batalha da Torre de Astronomia, quando Draco Malfoy havia conseguido trazer os Comensais da Morte a Hogwarts. Dumbledore também confiou a Snape a proteção dos alunos quando Hogwarts caísse no controle de Voldemort.

Mesmo Snape tendo se redimido na opinião de Dumbledore, o diretor nunca o deu o cobiçado cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, sob a preocupação de que isso despertaria os velhos hábitos em Severo. Também é possível que ele tenha o impedido de assumir a função para proteger Snape da azaração que Lord Voldemort supostamente havia colocado no cargo após não consegui-lo para si mesmo. Este mesmo feitiço impediu qualquer professor de durar mais do que um ano no posto, às vezes com resultados fatais. Após ser enfeitiçado pelo anel de Servolo Gaunt e comandar Snape para que o matasse, Dumbledore finalmente o deu o posto de professor da matéria, sabendo que se Snape o matasse ele seria condenado pelo bruxo e forçado a se demitir.

Elifas DogeEditar

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Elifas Doge, seu amigo de muitos anos

"Achava que o sol irradiava de todos os orifícios do meu irmão, é o que ele achava.."
—Aberforth Dumbledore sobre Elifas Doge[fnt]

Elifas Doge se tornou um amigo íntimo de Dumbledore em seu primeiro dia em Hogwarts. Elifas estava com varíola de dragão, e todos o evitavam. Elifas considerava Dumbledore um bruxo excelente, e um grande homem, e acreditava que suas muitas perdas na juventude o dotaram de grande humanidade e simpatia, como disse em um obituário que havia escrito para Alvo Dumbledore.

Elifas tinha pena de Dumbledore por seu pai, mãe e irmã, e tinha uma opinião muito favorável em relação a ele. Elifas se tornou um membro da Ordem da Fênix, uma organização que Dumbledore fundou e liderou. Ele também esteve presente no funeral de Dumbledore.

Elifas também disse a Harry para que não acreditasse em Rita Skeeter ou nas fofocas de Muriel sobre a vida familiar de Alvo Dumbledore, incluindo que Ariana era um aborto. É possível que Elifas Doge tenha lutado na Batalha de Hogwarts.

Rony Weasley e Hermione GrangerEditar

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Rony e Hermione com Harry durante a leitura do testamento de Alvo Dumbledore.

Rony Weasley e Hermione Granger eram os melhores amigos de Harry Potter e, como Harry, consideravam Dumbledore um grande bruxo. Dumbledore também gostava deles, apesar de não ter sido tão próximo deles quanto era de Harry. Após sua morte, ele deixou a Rony seu Desiluminador (um artefato único criado pelo próprio Dumbledore) e a Hermione sua cópia de Os Contos de Beedle, o Bardo. Estes presentes provaram ser muito úteis, quando Rony abandonou Harry e Hermione para encontrar sua família, e, quando quis voltar, o Desiluminador o mostrou o caminho. Os três também leram sobre Os Contos de Beedle o Bardo, e conheceram a história das Relíquias da Morte. Harry, Rony e Hermione também visitaram o retrato de Dumbledore, após a Batalha de Hogwarts.

Família WeasleyEditar

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A família Weasley

Dumbledore era grandemente respeitado por toda a família Weasley. Eles o consideravam o maior bruxo de todos os tempos e o apoiaram em tudo (exceto por Percy que não acreditou nele sobre o retorno de Voldemort). Alvo foi o diretor de Hogwarts durante a estadia de todos os Weasley na escola.

Arthur e Molly Weasley sempre respeitaram Dumbledore e eram muito leais a ele. Arthur, assim como Dumbledore, acreditava na igualdade de todos os bruxos, bruxas e trouxas, enquanto Molly o considerava um grande bruxo. Quando o Ministério da Magia começou a desacreditar Dumbledore e Harry, eles apoiaram o bruxo em vez do Ministério e se tornaram membros da segunda Ordem da Fênix.

O relacionamento de Dumbledore e Gui parecia ser amigável. É muito provável que ele também tenha tido boas relações com Carlinhos.

Percy também considerava Dumbledore um grande bruxo, embora às vezes excêntrico. Em 1995, o relacionamento de Percy com Dumbledore amargou quando ele e Harry afirmaram o retorno de Voldemort, Percy foi leal ao Ministério e participou na difamação de Harry e Dumbledore. Quando a verdade foi revelada, Percy descobriu que havia cometido um erro e em 1997, foi ao funeral de Dumbledore.

Fred e Jorge pareciam respeitar muito Dumbledore. Dumbledore também parecia gostar dos gêmeos, apesar de seu constante desrespeito às regras, e os considerava boas pessoas. Eles se juntaram à segunda Ordem da Fênix e à Armada de Dumbledore.

Gina Weasley admirava muito Dumbledore e se tornou sua aluna em 1992. Dumbledore consolou Gina após ela ter sido possuída por um fragmento da alma de Voldemort e manipulada a abrir a Câmara Secreta em seu primeiro ano na escola. Gina foi uma das primeiras pessoas a saber da morte de Dumbledore, e a única capaz de consolar Harry depois. Gina também deu o nome ao seu filho mais novo, Alvo Severo Potter, em homenagem a Dumbledore.

Lílian e Tiago PotterEditar

"Tiago a mostrar a mim poucos dias antes. Ela explicara muitos dos seus malfeitos, na escola, que passavam despercebidos!"
—Alvo Dumbledore para Harry Potter[fnt]
James and lily potter.jpg

Lílian e Tiago Potter

Dumbledore encontrou Tiago Potter e Lílian Evans pela primeira vez durante seu primeiro ano em Hogwarts, onde era o diretor. Dumbledore tinha um bom relacionamento com os dois, sabendo que os dois eram bons. Tiago havia deixado com Dumbledore sua Capa da Invisibilidade, uma das três Relíquias da Morte. Após a morte de Tiago, Dumbledore devolveu a capa a seu filho, Harry.

Quando os Potter se tornaram o alvo de Voldemort devido a uma profecia feita sobre seu filho e o Lorde das Trevas, Dumbledore tentou protegê-los ao se oferecer para ser seu Fiel do Segredo, mas essa responsabilidade foi delegada para Pedro Pettigrew, o que foi um erro fatal, já que Pedro era um espião, e havia traído Lílian e Tiago para Voldemort, que os matou. Dumbledore ficou muito triste com as mortes, e dedicou o resto da sua vida a proteger seu filho, Harry. Ele falava constantemente a Harry sobre a grande bondade de seus pais, e repetidamente o consolava com a certeza de que os seus pais nunca o deixariam de verdade, por causa do amor que sentiam por ele. Dumbledore também acreditava que o amor de Harry por seus pais era seu maior poder.

Família DursleyEditar

"Lembre-se da última, Petúnia"
—O berrador de Alvo Dumbledore a Petúnia Dursley, lembrando-a da proteção que ela havia dado a Harry[fnt]

Dumbledore mantinha correspondência, ainda que mínima, com a família Dursley antes do nascimento de seu sobrinho. Em 1971, Petúnia Evans escreveu uma carta a Dumbledore pedindo para entrar em Hogwarts junto com a irmã. Dumbledore gentilmente rejeitou o pedido devido ao fato de ela ser trouxa, o que contribuiu para o ódio de Petúnia por magia. Dez anos depois, Dumbledore deixou o sobrinho de Petúnia à sua porta pouco depois do assassinato de sua irmã e cunhado. Dumbledore tinha esperanças de que ao fazer isto ele asseguraria uma antiga forma de magia que o sacrifício de Lílian por seu filho havia criado. Contudo, Petúnia e seu marido ressentiam a presença de Harry pelos próximos dez anos.

Após Harry ter recebido sua carta de Rúbeo Hagrid, Válter insultou Dumbledore e se recusou a pagar pela educação de Harry. Em resposta a isso, Hagrid colocou um rabo de porco no filho de Válter, Duda Dursley. No verão de 1995, Válter estava prestes a expulsar Harry da casa quando Petúnia recebeu um berrador de Dumbledore, dizendo para ela lembrar-se da última. Em menos de um ano depois, Harry e Dumbledore conversaram porque o garoto tinha que ficar na casa dos Dursley apesar da miserável condição em que vivia lá.

Poucos meses depois, Dumbledore se encontrou com os Dursley pela última vez na vida. Durante sua visita na casa, Dumbledore falou sobre proteção que os Dursley providenciavam a Harry, as posses de Sirius Black herdadas por Harry, e as últimas notícias relevantes do mundo bruxo.

Sirius BlackEditar

"Sirius era um homem corajoso, inteligente e dinâmico, e homens assim em geral não se contentam em ficar escondidos em casa, sabendo que outros estão em perigo."
—A opinião de Alvo Dumbledore sobre Sirius.[fnt]
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Sirius Black

Dumbledore também tinha um bom relacionamento com Sirius Black, o melhor amigo de Tiago Potter, padrinho de Harry Potter, e membro da Ordem da Fênix, uma organização que Dumbledore liderou parar opor Voldemort e seus seguidores. Assim como o resto do mundo bruxo, Dumbledore inicialmente acreditou que Sirius era aquele que havia traído Lílian e Tiago para Lord Voldemort, mas em 1994, ele soube que era na verdade Pedro Pettigrew. Já que não podia provar a inocência de Sirius, Dumbledore compensou a ajudar Hermione e Harry a salvar Sirius do Beijo do Dementador, e a escapar do Ministério, através de um Vira-Tempo e de Bicuço.

Os dois reataram sua amizade, e Sirius ajudou Dumbledore a reorganizar a Ordem da Fênix uma hora após Voldemort retornar. Contudo, a amizade dos dois logo foi testada: Dumbledore forçou a Sirius a ficar no Largo Grimmauld, nº12 pelo fato de Sirius estar foragido, e por ele ter uma tendência de agir com imprudência, o que poderia levá-lo a por a vida em perigo. Embora suas intenções sejam nobres, Sirius não pôde se convencer a apreciar a cautela de Dumbledore, já que desprezava completamente a casa em que vivia, que estava carregada de lembranças amargas e infelizes, e o fato de que ele deveria ficar sozinho na cada a maioria do tempo tornou tuo ainda mais intolerável para Black. Mesmo assim, Sirius ainda confiava em Dumbledore o bastante para contá-lo como Harry sentiu Voldemort despertando dentro de si na noite em que Sr. Weasley havia sido atacado. Dumbledore ficou muito triste quando Sirius morreu, acreditando que havia sido sua culpa e consolou Harry o melhor que pôde, e disse que considerava Sirius um homem cheio de vida, inteligência e coragem, com uma preocupação profunda e genuína por todos que amava, e que não hesitaria em vir a seu resgate mesmo que isso significasse colocar a si mesmo em perigo. A morte de Sirius também levou Dumbledore a confessar a Harry várias coisas que havia escondido dele, principalmente sobre o verdadeiro poder da proteção sacrificial de sua mãe, e sobre a profecia sobre ele e Voldemort.

Remo LupinEditar

"Agora, falando de coisas mais agradáveis, tenho o prazer de dar as boas-vindas a dois novos professores este ano. Primeiro, o Prof. Lupin, que teve a bondade de aceitar ocupar a vaga professor de Defesa Contra as Artes das Trevas."
—Alvo Dumbledore[fnt]
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Remo Lupin

Outro velho amigo de Dumbledore era Remo Lupin, um dos melhores amigos de Tiago e Sirius, e um lobisomem. Foi Dumbledore quem, através de várias precauções especiais, assegurou que Remo pudesse vir a Hogwarts para receber uma educação mágica apesar de sua licantropia. Ele se tornou um membro da Ordem da Fênix após se formar. Depois, em 1993, Dumbledore deu a ele o posto de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, uma decisão vista com maus olhos por alguns. Ele até mesmo ajudou Remo a controlar suas transformações ao pedir a Snape para preparar a Poção de Acônito para ele regularmente. Remo confessou que a confiança e excepcional gentileza de Dumbledore significava tudo para ele, quando a maioria do mundo bruxo o evitava por puro preconceito contra lobisomens. Ele voltou à Ordem da Fênix quando Dumbledore a reorganizou em 1995, e os dois lutaram juntos na Batalha do Departamento de Mistérios, onde sofreram uma perda imensa: Sirius morreu nas mãos de Belatriz Lestrange. Depois, após ouvir uma conversa sobre as suspeitas que Harry tinha sobre Snape, ele disse a Harry que duvidar de Snape seria o mesmo que duvidar de Dumbledore. Em 1997, Remo ficou arrasado com a morte de Dumbledore após a Batalha da Torre de Astronomia, e demonstrou sua fé e lealdade a Dumbledore ao lutar na Batalha de Hogwarts.

Pedro PettigrewEditar

"Pettigrew lhe deve a vida..."
—Alvo Dumbledore falando sobre Pettigrew com Harry.[fnt]
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Pedro Pettigrew segurando o corpo de Voldemort

Pedro Pettigrew era um membro da Ordem da Fênix e um amigo de Tiago, Sirius e Remo. É possível que ele era amigo de Dumbledore, antes de ter traído Lílian e Tiago para Voldemort. Dumbledore soube de sua traição em 1994, e disse a Harry que, por ter salvado a vida de Pettigrew, Pedro o recompensaria. Dumbledore estava certo: Pettigrew tentou estrangular Harry durante o Conflito na Mansão dos Malfoy, mas ele hesitou, fazendo com que sua mão prateada, que havia sido feita por Voldemort, o estrangulasse e matasse.

Alastor MoodyEditar

"Este não é Alastor Moody. O verdadeiro Alastor Moody jamais teria tirado você das minhas vistas, depois do que aconteceu hoje à noite..."
—Dumbledore, sobre Bartô Crouch Jr. e Alastor Moody[fnt]
Alastor Moody Profile.JPG

Alastor Moody, seu amigo e ex-Auror

Alastor Moody era um importante Auror e amigo íntimo de Dumbledore. Eles lutaram juntos em muitas batalhas, e a força da amizade dos dois pode ser demonstrada quando o geralmente formidável e sério Moody brincou com Dumbledore pelo seu ódio dos Dementadores. Em 1994, Moody aceitou a oferta de Dumbledore de ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas, mas foi capturado e preso Bartô Crouch Jr., que assumiu sua identidade durante o ano letivo, para poder mandar Harry Potter para Lord Voldemort.

Dumbledore e Moody lutaram juntos na Batalha do Departamento de Mistérios, onde sofreram uma perda devastadora: Sirius, um de seus amigos, foi morto por Belatriz Lestrange. Moody se tornou o próximo membro da Ordem a morrer depois de Dumbledore.

FawkesEditar

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Fawkes, a fênix de Alvo Dumbledore

Alvo Dumbledore tinha uma conexão muito forte com Fawkes, sua fênix, que servia como mensageira e companheira. Dumbledore sempre cuidou de Fawkes quando ela renascia após suas inúmeras mortes e em contrapartida Fawkes era extremamente leal a Dumbledore. Fawkes estava disposta a ser atingida por uma Maldição da Morte para poder proteger Dumbledore, e assim o fez para defendê-lo de Lorde Voldemort. Ela também ajudou Alvo a escapar de vários membros do Ministério da Magia quando eles tentaram prendê-lo. Quando Dumbledore morreu, Fawkes, em luto, cantou um lamento pelos terrenos da escola, e nunca foi vista outra vez.

Ordem da FênixEditar

Draco: "Eu deveria encontrá-lo aqui, mas a sua guarda entrou no caminho!"
Dumbledore: "Sim, eles fazem isso."
Draco Malfoy e Dumbledore durante a Batalha da Torre de Astronomia.[fnt]
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A Ordem da Fênix original

A Ordem da Fênix era a organização que Dumbledore formou para opor Voldemort e suas forças. ele se dava bem com a maioria dos membros, como seu irmão Aberforth, Elifas Doge, Minerva McGonagall, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Lílian e Tiago Potter, Sirius Black, Remo Lupin, e Alastor Moody.

Ele também era amigo de Quim Shacklebolt, que acreditava na justiça e igualdade entre bruxos e trouxas; Arabela Figg, em quem confiava para vigiar Harry Potter durante seus anos na casa dos Dursley; Ninfadora Tonks, uma auror; Dédalo Diggle; Héstia Jones; Emelina Vance; Estúrgio Podmore; Mundungo Fletcher; e a família Weasley. Emelina Vance foi morta por Comensais da Morte durante a Segunda Guerra Bruxa.

Outros possíveis amigos de Dumbledore que foram mortos ou seriamente feridos durante a Primeira Guerra Bruxa foram Edgar Bones, Carátaco Dearborn, Beijo Fenwick, Marlene McKinnon, Dorcas Meadowes e Fábio e Gideão Prewett, e Alice e Franco Longbottom, que foram torturados à loucura por Belatriz Lestrange e Bartô Crouch Jr.

Dumbledore também era amigo de muitos aliados da Ordem, incluindo Olímpia Maxime, a diretora da Academia de Magia Beauxbatons, a quem reviu no Torneio Tribruxo, seus colegas Fílio Flitwick, Pomona Sprout e Horácio Slughorn, Augusta Longbottom, Ted e Andrômeda Tonks. Outros aliados da Ordem eram alunos de Dumbledore, Gina Weasley, Neville Longbottom, Luna Lovegood, Lino Jordan e Percy Weasley. Ele também gostava do elfo doméstico Dobby, e tinha pena do elfo Monstro, permitindo-os trabalhar nas cozinhas de Hogwarts.

É possível que todos os membros e aliados da Ordem que não haviam sido mortos ou presos lutaram na Batalha de Hogwarts (exceto Arabela Figg, que era um aborto, e não podia lutar. Contudo, ela pode ter ajudado de outra maneira.)

Funcionários de HogwartsEditar

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Dumbledore entre as professoras McGonagall e Sinistra

Incluindo os já mencionados Minerva McGonagall, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Remo Lupin e Alastor Moody, Dumbledore já teve muitos colegas durante sua carreira em Hogwarts. Alguns de seus colegas mais antigos foram: Armando Dippet, o diretor anterior; Herbert Beery, o professor de Herbologia, que depois se demitiu de Hogwarts para ensinar na Academia Bruxa de Arte Dramática; Galatéia Merrythought, a professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, que se aposentou antes da morte de Dippet; Silvano Kettleburn, o professor de Trato das Criaturas Mágicas; e Horácio Slughorn, o Mestre das Poções, que foi contratado duas vezes, e deu a Harry Potter sua lembrança, ajudando a ele e a Dumbledore a encontrar e a destruir as horcruxes de Voldemort.

Após a morte de Dippet, ele se tornou o diretor de Hogwarts. Ele também era amigo de Fílio Flitwick, o professor de Feitiços e diretor da Corvinal, Pomona Sprout, a professora de Herbologia e diretora da Lufa-Lufa, e Papoula Pomfrey, a enfermeira.

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Trelawney agradecendo a Dumbledore por salvar seu emprego

Todo funcionário de Hogwarts, com a exceção de Dolores Umbridge, era respeitado por Dumbledore.

Outros funcionários eram Argo Filch, o zelador; Guilhermina Grubbly-Plank, a professora substituta de Trato das Criaturas Mágicas; Firenze, um centauro e professor de Adivinhação; Rolanda Hooch, a Instrutora de Voo; Aurora Sinistra, a professora de Astronomia; Bathsheda Babbling, a professora de Runas Antigas; Irma Pince, a bibliotecária; Cuthbert Binns, um fantasma e professor de História da Magia; Gilderoy Lockhart, o professor de Defesa Contra as Artes das Trevas (1992-1993 e Caridade Burbage, a professora de Estudo dos Trouxas.
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Dumbledore assistindo a um jogo de Quadribol com a Profa. Vector

Outra professora era Sibila Trelawney, que lecionava Adivinhação. Dumbledore planejava cancelar Adivinhação mas concedeu a Sibila uma entrevista de emprego por educação, contudo, no fim da entrevista, ele já havia decidido que não a contrataria. Quando ele presenciou a primeira profecia de Sibila Trelawney, ele contratou Trelawney para protegê-la dos Comensais da Morte. Em 1995, quando Dolores Umbridge demitiu Trelawney e tentou bani-la de Hogwarts, foi Dumbledore que interviu a disse a Umbridge que queria que Trelawney permanecesse em Hogwarts.

Quirino Quirrell foi o professor de Estudos dos Trouxas, antes de começar a dar aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas. Ele conheceu Voldemort enquanto viajava ao redor do mundo, e compartilhou seu corpo com ele. Desde então, ele o serviu fielmente, tentando roubar a Pedra Filosofal e matar Harry Potter. Ele foi morto por Harry Potter em 1992, sendo queimado pelo toque de Harry.

Em 1995, Dolores Umbridge foi nomeada a professora de Defesa Contra as Artes das Trevas pelo Ministério da Magia. Ela era sádica e gostava de punir os alunos. Umbridge se tornou a Alta Inquisidora de Hogwarts, e depois diretora da escola. No fim do ano, ela foi caçada e sequestrada por centauros, e deixou Hogwarts.

Todos os funcionários de Hogwarts ficaran arrasados com a morte de Dumbledore, e é mais que provável que todos eles lutaram na Batalha de Hogwarts.

Armada de DumbledoreEditar

Alvo Dumbledore: "Bom, o plano fracassou. Quer que eu escreva uma confissão, Cornélio, ou basta uma declaração diante dessas testemunhas?"
Cornélio Fudge: "Declaração? Que... eu não....?"
Alvo Dumbledore: "A Armada de Dumbledore, Cornélio. Não é a Armada de Potter. É a Armada de Dumbledore."
— Alvo Dumbledore e Cornélio Fudge discutindo a Armada de Dumbledore[fnt]
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Alguns membros da Armada de Dumbledore

A Armada de Dumbledore foi uma organização formada e liderada por Harry Potter, para poder proteger os alunos de Hogwarts de Lord Voldemort. Era formada por Harry Potter, Rony Weasley, Hermione Granger, Gina Weasley, Neville Longbottom, Luna Lovegood, Fred e Jorge Weasley, Cho Chang, Dino Thomas, Simas Finnigan, Parvati e Padma Patil, Lilá Brown, Ana Abbott, Ernesto Macmillan, Susana Bones, Justino Finch-Fletchley, Miguel Corner, Terêncio Boot, Antônio Goldstein, Cátia Bell, Alícia Spinnet, Angelina Johnson, Colin e Dênis Creevey, Zacarias Smith e Marieta Edgecombe.

Todos os membros da Armada de Dumbledore ficaram arrasados com a morte de Dumbledore, e é possível que todos eles lutaram na Batalha de Hogwarts. Três dos membros foram mortos: Fred Weasley, Lilá Brown e Colin Creevey. Os dois que abandonaram a luta, Marieta Edgecombe e Zacarias Smith, foram aqueles que não acreditaram em Dumbledore desde o começo, e não participaram na batalha final.

Outras amizadesEditar

Durante sua vida, Dumbledore se tornou amigo de muitos bruxos e bruxas famosos, como Nicolau Flamel e sua mulher, Perenelle, Batilda Bagshot e Griselda Marchbanks. Nicolau Flamel e Perenelle tinha mais de 650 anos de idade quando concordaram em destruir a Pedra Filosofal parar impedir o retorno de Lorde Voldemort. Batilda Bagshot morreu poucos meses depois de Dumbledore, tendo sido morta por Voldemort.

Comensais da Morte e inimigosEditar

"...ou se for a cara Belatriz, que gosta de brincar com a comida antes de comê-la..."
—Dumbledore sobre Belatriz Lestrange.[fnt]
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Belatriz Lestrange

Os Comensais da Morte eram os servos de Voldemort, e os inimigos de Dumbledore.

Belatriz Lestrange era uma Comensal da Morte que lutou em ambas as Guerras Bruxas. Ela era fanaticamente leal a Lord Voldemort e embora reconhecesse que Dumbledore era muito poderoso, considerava seu mestre muito superior. Belatriz era uma das poucas pessoas que sabia do plano de assassinar Alvo Dumbledore, e que Draco Malfoy havia sido encarregado de matá-lo. Ela participou (no filme) da Batalha da Torre de Astronomia, e reagiu à morte Dumbledore com sincera alegria. Belatriz não viveu para descobrir se as suspeitas que tinha de Snape tinham fundamento, pois morreu em duelo feroz contra Molly Weasley. Dumbledore reconhecia que Belatriz era uma Comensal incrivelmente perigosa e cruel, dizendo a Severo Snape, que, se dependesse ele, ele preferia morrer uma morte rápida e limpa do que morrer às mãos de Belatriz que gostava de "brincar com a comida".

Belatriz também matou muitos dos amigos de Dumbledore, como Sirius Black, Dobby o elfo doméstico, e Ninfadora Tonks.

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Fenrir Greyback

Alvo Dumbledore também conhecia o selvagem lobisomem, Fenrir Greyback. Sabe-se que Greyback havia cometido atos no passado que chocaram Dumbledore ao saber que, de todas as pessoas, Fenrir havia vindo a Hogwarts na noite em que os Comensais entraram na Torre de Astronomia. Ele também ficou enojado ao saber que Greyback havia começado a atacar fora da lua cheia e que havia pegado o gosto por carne humana. Greyback ofereceu-se para usar Dumbledore "como sobremesa", indicando que iria feri-lo até a morte após atacar crianças dentro do castelo. Em fato, Dumbledore pareceu decepcionado quando incorretamente acreditou que Draco não convidaria Greyback ao castelo.

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Draco e Lúcio Malfoy

Dumbledore: "Draco, anos atrás, eu conheci um garoto que fez todas as escolhas erradas. Por favor, deixe-me ajudá-lo."
Malfoy: "Eu não quero a sua ajuda! O senhor não entende? Eu tenho que fazer isso... Eu tenho que matá-lo... senão... ele é que vai me matar..."
— Dumbledore e Draco Malfoy, quando Draco encurrala Dumbledore.[fnt]

Dumbledore conhecia Lúcio Malfoy, um Comensal da Morte. Ele foi um dos Comensais da Morte que evitou Azkaban. Dumbledore também foi o diretor de Hogwarts durante a época de Lúcio no castelo, assim como sua esposa, Narcisa. Em 1991, o filho de Lúcio, Draco, entrou para Hogwarts. Os Malfoy tinham um desgosto muito forte por Dumbledore devido à aceitação e afeição do diretor por nascidos-trouxas e sua defesa pelos direitos dos trouxas. Em 1992, Lúcio deu o diário de Tom Riddle a Gina Weasley, uma aluna da Grifinória, para poder acusar Arthur Weasley, seu pai, e expulsar Dumbledore de Hogwarts. Contudo, ele falhou. Em 1996, Dumbledore e Lúcio lutaram na Batalha do Departamento de Mistérios. Lúcio foi nocauteado e levado a Azkaban, não conseguindo dar a Voldemort a profecia sobre o Eleito, Voldemort ficou furioso e tornou Draco um Comensal da Morte. Depois ordenou-o a matar Dumbledore, senão ele mataria sua família. Draco tentou matar Dumbledore, e disse a ele que os Comensais da Morte o matariam, se não o fizesse. Dumbledore sugeriu que Draco abandonase Voldemort, e disse que ele e sua mãe seriam protegidos pela Ordem da Fênix. Draco teria aceitado, mas foi interrompido por Comensais da Morte. Um ano depois, a família Malfoy trocou de lado.

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Igor Karkaroff

Igor Karkaroff foi um Comensal da Morte na Primeira Guerra Bruxa. Dumbledore participou em seu julgamento, e o viu traindo muitos Comensais da Morte em Azkaban. Após sua soltura, ele abandonou Voldemort e se tornou o diretor do Instituto Durmstrang. Ele reviu Dumbledore em 1994, quando foi a Hogwarts, durante o Torneio Tribruxo. Ele pensou que Dumbledore havia fraudado o torneio, e que havia posto o nome de Harry Potter no Cálice de Fogo. Ele deixou Hogwarts após o renascimento de Voldemort. Ele foi morto por Comensais da Morte em 1996.

Outro Comensal da Morte muito leal foi Bartô Crouch Jr. Crouch foi preso em Azkaban por seu pai, mas escapou com a ajuda de sua mãe. Crouch desempenhou um papel muito importante no retorno de Voldemort, após ter capturado e prendido Alastor Moody, ele assumiu sua forma, para ensinar em Hogwarts, enquanto Dumbledore pensava que estava morto. Crouch pôs o nome de Harry no Cálice de Fogo, e o ajudou com as tarefas do Torneio Tribruxo, mandando-o a Voldemort. Quando Harry escapou, Crouch tentou matá-lo, mas foi impedido por Dumbledore. Bartô Crouch recebeu o Beijo do Dementador em 1995.

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Bartô Crouch Jr.

Régulo Black era o irmão mais novo de Sirius Black e um Comensal da Morte. Quando percebeu quem Voldemort realmente era, ele escapou dos Comensais da Morte e soube das horcruxes de Voldemort. Ele roubou o medalhão de Salazar Slytherin para poder destruí-lo. Eles ambos tinham algo em comum, eles descobriram sobre as horcruxes de Voldemort. Os dois beberam da poção do desespero. Se Dumbledore houvesse sobrevivido, ele poderia ter sabido o que Régulo havia feito. Harry soube de RAB logo após a morte de Dumbledore.

Outros Comensais da Morte conhecidos eram Antônio Dolohov, Augusto Rookwood, Walden Macnair, Crabbe, Goyle, Avery Jr, Múlciber Jr, Jugson, Thorfinn Rowle, Travers, Yaxley, Evan Rosier, Gibbon, Nott, Aleto e Amico Carrow, Selwyn, Wilkes, Rodolfo e Rabastan Lestrange. Rodolfo e Rabastan eram dois dos quatro Comensais da Morte que torturaram os aurores Alice e Franco Longbottom à insanidade. Dumbledore também não gostava de Fenrir Greyback, um lobisomem e sequestrador cruel. Greyback também gostava de torturar e matar criancinhas.

Evan Rosier e Wilkes foram mortos por aurores no fim da Primeira Guerra Bruxa, e Gibbon foi morto acidentalmente por Thorfinn Rowle na Batalha da Torre de Astronomia. É possível que Avery Sr, Múlciber Sr, Rosier e os Lestrange estavam mortos antes da Segunda Guerra Bruxa.

Também é possível que todo Comensal da Morte, sequestrador e criatura sob as ordens de Voldemort lutou na Batalha de Hogwarts e foi ou morta ou presa em Azkaban (exceto os Malfoy e aqueles que estavam sob a Maldição Imperius).

EtimologiaEditar

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Alvo Dumbledore em 1992

Os nomes de Dumbledore podem ser interpretados como representações das quatro divisões primárias das Ilhas Britânicas:

  • Alvo pode se referir a brilhante ou branco.
  • Alvo pode ser também a forma masculina de "Alba", que em gaélico dá o nome à Escócia, em em italiano significa "amanhecer", representando os símbolos do renascimento associados com ele (como a fênix). Também é a palavra em latim para branco, que é comumente associado ao bem, ou simplesmente pode ser uma referência ao branco de seus cabelos e barba.
  • Percival é o lendário cavaleiro do rei Arthur, nascido no País de Gales, que esteve envolvido na busca pelo Santo Graal. Em Le morte d'Arthur de Thomas Mallory, Percival é herói e narrador da história, como é o caso com Dumbledore em partes da história. É possível que Alvo herdou o nome de seu pai.
  • Clódio Albino foi um usurpador romano proclamado imperador pelas legiões da Grã-Bretanha e Hispânia após o assassinato de Pertinaz em 193.

Após o assassinato de Pertinaz, o prefeito pretoriano Emílio Laeto e seus homens, que haviam arranjado o golpe, "venderam" o trono imperial para o rico senador Dídio Juliano, efetivamente coroando-o imperador, mas vários motins das tropas nas províncias mostravam que o próximo imperador não seria este.. Logo após, Pescênio Níger (possivelmente Fineus Nigellus Black) foi proclamado o imperador pelas legiões da Síria; Septímio Severo (Severo Snape) pelas tropas em Ilírico e Panônia; e Albino pelos exércitos da Grã-Bretanha e Gália.

  • Wulfrico, Wulfric no original, é um nome anglo-saxão encontrado na Crônica Anglo-Saxônica e pode representar a Inglaterra. Wulfric é literalmente trauzido como "poder_lobo", e vem de outro nome, Beowulf, ue significa "poderoso urso-lobo". O lendário herói Beowulf quando jovem matou o monstro Grendel, um nome semelhante a de Gerardo Grindelwald, o bruxo das Trevas que Dumbledore havia derrotado. Beowulf foi fatalmente ferido por um dragão em uma caverna no mar, e o único que pôde ajudá-lo foi seu escudeiro, um filho órfão de uns de seus leais seguidores. Dumbledore também foi severamente ferido pela poção na Caverna da Horcrux e o órfão é representado por Harry.
  • Brian é o nome do lendário herói e Grande Rei da Irlanda, Brian Boru que derrotou os Vikings na Batalha de Clontarf nos arredores de Dublin. O próprio Dumbledore era um veterano de muitos batalhas bruxas contras as forças das Trevas. Contudo, este nome foi provavelmente escolhido em razão de sua cômica normalidade quando comparado aos outros quatro nomes do bruxo.
  • Dumbledore é uma palavra do inglês antigo, que significa 'zangão'. Ainda é usada em Newfoundland, no Canadá, para se referir a um zangão. Rowling disse que imaginava o diretor zanzando pelo castelo cantarolando para si.
  • "Alvo Dumbledore" também pode ter sido inspirado do antigo diretor da velha escola de JK Rowling, Alfred Dunn.
  • O nome Alvo também pode ter origens latinas e significar puro ou branco. Alvo pode também estar associado com a deusa grega Afrodite (a deusa do amor) sendo considerado "agraciado" por ela. De acordo com a própria Rowling, os primeiro nomes de Alvo Dumbledore e Rúbeo Hagrid foram escolhidos baseando-se "no branco" e "no vermelho", que eram considerados componentes místicos essenciais da alquimia. a Dumbledore foi dado o branco por seu asceticismo, "um teórico espiritual, brilhante, idealizado, e um pouco afastado".[24]

BastidoresEditar

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Richard Harris como Alvo Dumbledore

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Michael Gambon interpretando Alvo Dumbledore

  • A interpretação física de Gambon de Dumbledore também é ligeiramente diferente, optando por um visual um pouco boêmio, incluindo um chapéu semelhante ao fez turco adornado com tassel, junto com vestes longas e esvoaçantes que parecem ter sutis influências indianas ou árabes. Sua barba também era presa por um tipo de barbante, as pontas adornadas com sininhos em miniatura. Dumbledore nem sempre usa seus óculos nos filmes (exceto o terceiro filme onde ele os usa sempre, enquanto no quarto filme ele usa seus óculos em diferentes ocasiões, no quinto filme ele só os usou durante o Banquete de Início do Ano Letivo e no sexto, somente durante o Banquete e por um breve momento em sua sala quando examinando o diário de Tom Riddle antes de Harry entrar e ver as lembranças de Dumbledore de quando conheceu Riddle. Também, logo após Harry ser visto entrando, quando vemos Dumbledore outra vez, seus óculos somem, um dos erros de continuação do filme). Também pode-se dizer que o Dumbledore de Gambon também é muito mais energético do que o de Harris, o que é mais fiel ao personagem dos livros. Sem contar Tom Riddle/Voldemort, Dumbledore é o único personagem principal a ser reescalado.
  • Dumbledore não diz o nome de Harry Potter nenhuma vez em Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban (filme). Este é o único filme no qual isto acontece, embora Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 não contaria, devido a Dumbledore ter morrido perto do fim de Harry Potter e o enigma do Príncipe e flashbacks e vozes de Dumbledore terem sido usadas no filme.
  • Nos primeiros rascunhos de Harry Potter e a Ordem da Fênix, Dumbledore não resistiria à prisão pelo Ministério da Magia, após a descoberta da Armada de Dumbledore, e teria dito "Then to Azkaban I must go. I trust I'm allowed a toothbrush?", na tradução livre "Então devo ir a Azkaban. Posso levar uma escova de dentes, não?"[27]
  • Nos filmes, Dumbledore tem a honra de ser o primeiro personagem a aparecer na história, Válter Dursley é o primeiro a aparecer nos livros.
  • Ambos os atores que interpretaram o Dumbledore adulto foram irlandeses. Em uma entrevista encontrada no DVD de Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban (filme), Gambon diz que seu sotaque irlandês é bem forte como Dumbledore, mas ninguém o pediu para mudar. (O sotaque de Harris é bem mais fraco.)
  • Em 2007, J.K. Rowling revelou que Dumbledore era gay, e que era apaixonado por Gerardo Grindelwald. Não se sabe a orientação de Grindelwald ou se ele sentia o mesmo por Alvo, tornando a natureza do relacionamento dos dois um mistério. Rowling também disse que "isso contribuiu para o horror de Dumbledore quando Grindelwald mostrou quem realmente era." Este amor surgiu quando Dumbledore conheceu alguém "tão brilhante quanto ele." As menores pistas podem ser encontradas em Relíquias da Morte. Um dos primeiros indícios da orientação Dumbledore apareceu quando Rowling vetou um diálogo em Harry Potter e o enigma do Príncipe em que Dumbledore mencionava um envolvimento romântico com uma mulher.[16] Rowling explica mais ainda ao elaborar os motivos por trás do envolvimento de Dumbledore com a ideia de dominação bruxa sobre os trouxas: "Ele perdeu seu compasso moral completamente quando se apaixonou e eu acho que logo depois ele perdeu a confiança em si mesmo neste tipo de coisa e se tornou bem assexual. Ele se tornou celibatário e se dedicou ao conhecimento."[17]
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Retrato de Gerardo Grindelwald durante sua adolescência, em A Vida e as Mentiras de Alvo Dumbledore

  • A versão publicada de Os Contos de Beedle, o Bardo revela que Lúcio Malfoy tentou se certificar que Dumbledore fosse removido da diretoria de Hogwarts após ele ter incluído contos pró-trouxas no livro. Dumbledore, por sua vez, comentou que trabalhou duro para tornar Malfoy "o Comensal da Morte menos favorito Voldemort".
  • No arquivo do Bruxo do Mês no website de J. K. Rowling, Alvo Dumbledore foi o Bruxo do Mês anterior a Harry Potter, que foi o último.[28]
  • Ciarán Hinds, que interpretou Aberforth, disse que Dumbledore tinha 123 anos de idade quando morreu.[29] Isto faria com que seu ano de aniversário fosse 1874.
  • Em uma entrevista, J. K. Rowling disse que Dumbledore tinha mais ou menos 150 anos.[30] Isto é mencionado em Enigma do Príncipe, quando o trio especula que o diretor tenha 150 anos, antes de cair na risada.
  • No fim da primeira parte de Relíquias da Morte, é mostrado que Dumbledore foi enterrado na ilha no Lago Negro por onde Harry e Lupin passeiam em Prisoneiro de Azkaban.
  • Alvo Dumbledore tem cicatriz sobre o joelho esquerdo que é um mapa perfeito do metrô de Londres.
  • Dumbledore é semelhante em aparência e papel desempenhado aos de Gandalf de O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien. Sua semelhança a Gandalf é talvez mais forte em Harry Potter e o enigma do Príncipe, e ele também lembra Gandalf o Branco em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, no limbo. O ataque de fogo que Alvo usa para combater os Inferi pode ser comparado à "Chama de Anor" de Gandalf. Muitos usaram a suposta morte de Gandalf (considerando que ele retornou) para apoiar as teorias que tinham de que Dumbledore havia sobrevivido, mas J.K. Rowling disse para que não esperassem que Dumbledore fizesse como Gandalf.
  • Dumbledore e Harry Potter também eram semelhantes de muitas maneiras: Ambos eram da Grifinória, ambos usam óculos (os de Harry são circulares, os de Dumbledore em meia-lua), ambos são mestiços, as mães de ambos eram nascidas-trouxas e ambos foram alunos brilhantes de Hogwarts.
  • Evanna Lynch, que interpreta Luna Lovegood, deu os nomes Luna e Dumbledore a seus gatos.
  • Em Harry Potter e o enigma do Príncipe, Dumbledore diz a Draco Malfoy que anos atrás havia conhecido um garoto que fez todas as escolhas erradas. Não se sabe se ele estava falando sobre Draco, Tom Riddle, Gerardo Grindelwald, Severo Snape ou ele mesmo.
  • De acordo com sua figurinha de sapo de chocolate, Dumbledore gosta de música de câmara e boliche.
  • Além do retrato de Dumbledore que foi pendurado automaticamente após sua morte, um segundo retrato dele foi pendurado em vários lugares no castelo de Hogwarts e também pode ter sido pendurado na sala do diretor.
  • J. K. Rowling disse que se pudesse jantar com qualquer personagem dos livros Harry Potter, seria Dumbledore, pois acha que teria muito a conversar com ele e que adoraria seus conselhos.[31]
  • A versão de LEGO de Alvo Dumbledore faz uma aparição no filme de 2014 Uma Aventura LEGO junto com outros personagens populares LEGO.

ApariçõesEditar

  • O modelo LEGO de Alvo Dumbledore (Anos 1-4)
  • O modelo LEGO de Alvo Dumbledore (Anos 5-7)
Wiki.png
A Harry Potter Wiki tem 59 imagens relacionadas a Alvo Dumbledore.

Notas e referênciasEditar

  1. 1,0 1,1 Dumbledore, de acordo com o Capítulo 18 de Relíquias da Morte, estava por volta do aniversário de 18 anos quando deixou Hogwarts. Como seu aniversário não caiu durante o ano letivo (1 de setembro – meio de junho), ele deve ter nascido no verão, provavelmente em julho ou agosto, já que tinha ainda dezessete anos quando se tornara amigo de Gerardo Grindelwald.
  2. 2,0 2,1 Bruxo do Mês - J. K. Rowling Official Site (veja cópia arquivada no Arquivo da Internet)
  3. 3,0 3,1 Harry Potter Limited Edition (Veja esta imagem)
  4. 4,0 4,1 De acordo com Scrimgeour (e Hermione) em Harry Potter e as Relíquias da Morte - Capítulo 7, o Ministério tem o direito de manter posse dos pertences de Dumbledore por apenas trinta e um dias, de acordo com o Decreto sobre Confisco Justificável. Os pertences de são entregues a Rony, Hermione e Harry em 31 de julho de 1997: o aniversário de dezessete anos de Harry Potter. Como diz-se neste capítulo que os "trinta e um dias acabaram", Dumbledore morrera exatamente trinta e um dias antes, na noite de 30 de junho.
  5. Introdução para grifinórios do Pottermore
  6. Harry Potter Film Wizardry (veja esta imagem)
  7. 7,00 7,01 7,02 7,03 7,04 7,05 7,06 7,07 7,08 7,09 7,10 7,11 Harry Potter e as Relíquias da Morte
  8. 8,0 8,1 8,2 8,3 8,4 8,5 8,6 8,7 8,8 Harry Potter e o Enigma do Príncipe
  9. Em Harry Potter e a Ordem da Fênix, a professora de Transfiguração Minerva McGonagall diz quer começou a ensinar em Hogwarts em dezembro de 1956. Dumbledore era o antigo professor de Transfiguração. Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Dumbledore diz que Voldemort o visitou para pedir para o cargo de Defesa Contra as Artes das Trevas dez anos antes de matar Hepzibá Smith, o que ocorreu um ou dois anos depois de Voldemort deixar Hogwarts em 1945. Durante a reunião, Voldemort sugere que Dumbledore apenas recentemente tenha se tornado diretor. Assim, toda essa informação parece apontar que Dumbledore tornou-se diretor em 1956, quando McGonagall assumiu como professora de Transfiguração, e Voldemort visitando-o em 1956 ou 1957.
  10. 10,0 10,1 10,2 10,3 10,4 Harry Potter e a Ordem da Fênix
  11. 11,0 11,1 11,2 Harry Potter e a Pedra Filosofal
  12. 12,0 12,1 12,2 12,3 Harry Potter e a Câmara Secreta
  13. 13,0 13,1 13,2 13,3 Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban
  14. Harry Potter's Author J. K. Rowling Meets With L.A. Students, Plots Her Next Move (em inglês) Acessado em 16 de abril de 2008.
  15. J.K. Rowling and the Live Chat, Bloomsbury.com, July 30, 2007 (em inglês)
  16. 16,0 16,1 J. K. Rowling at Carnegie Hall (em inglês)
  17. 17,0 17,1 17,2 J. K. Rowling interview in the Student (em inglês)
  18. Os Contos de Beedle, o Bardo
  19. Transcrição - J.K. Rowling Web Chat
  20. 20,0 20,1 Harry Potter e o Cálice de Fogo
  21. LEGO Harry Potter: Anos 1-4
  22. Harry Potter e as Relíquias da Morte- C. 35
  23. MuggleNet - Transcrição do Bloomsbury Webchat (em inglês
  24. Pottermore - Mais de J. K. Rowling - Cores (em inglês)
  25. Filmes Harry Potter
  26. Deathly Hallows Casting Updates: Teen Dumbledore Cast, Chris Rankin Returns and More
  27. "Revisão do plano de 'Ordem da Fênix'", de J.K. Rowling (em inglês)
  28. J.K.Rowling Official Site
  29. http://www.movieline.com/2010/03/ciaran-hinds-on-the-eclipse-ghosts-and-being-a-directors-actor.php?page=2%20
  30. 16 October 2000 Scholastic Chat with J.K. Rowling
  31. Folha de informação providenciada pela Bloomsbury para quem escreve a Rowling, veja este PDF

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