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Audiência disciplinar de Harry Potter

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A audiência.jpg

A audiência disciplinar de Harry Potter ocorreu ante a Suprema Corte dos Bruxos a 12 de Agosto de 1995, como o menino foi acusado de usar magia sendo menor de idade, ou seja, ele foi forçado a conjurar um Feitiço Patrono para salvar a si mesmo e seu primo Dudley Dursley de dementadores na cidade trouxa de Little Whinging dez dias antes.

Como esta audiência teve lugar no meio das tentativa do Ministério da Magia para desacreditar Alvo Dumbledore e Harry Potter, havia algum preconceito contra o caso de Harry, na esperança de expulsar o menino e impedi-lo de reivindicar que Lord Voldemort havia retornado, e o Ministro da Magia Cornélio Fudge estava determinado a condenar Harry por este crime. Apesar disso, Harry foi inocentado de todas as acusações durante a audiência.

História Editar

Informações de fundo Editar

Harry afugenta os dementadores.gif

Harry expulsa o dementador com o Feitiço do Patrono.

Na noite de 02 de Agosto de 1995, enquanto Harry e seu primo Dudley Dursley estavam voltando para casa quando dois dementadores apareceram em Little Whinging. Para salvar a si mesmo e Dudley, Harry executou o Feitiço do Patrono e expulsou, com sucesso, os Dementadores. No entanto, sendo um bruxo menor de idade, Harry não tinha permissão para fazer magia fora da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Como resultado, ele foi formalmente acusado de executar magia sendo menor de idade, e foi expulso pelo Ministério da Magia. No entanto, depois da intervenção de Alvo Dumbledore, a expulsão foi retraída e mudada para uma audiência disciplinar que teria lugar dez dias depois, em 12 de agosto, às 9 horas, na sede do Ministério da Magia ante a Chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia, Amélia Bones em seu escritório.

Cornélio Fudge, o então Ministro da Magia, estava em uma tentativa para desacreditar as reivindicações de Harry e Dumbledore sobre o retorno de Lord Voldemort, e assim ele mudou a audiência para um momento anterior (08:00) e um local diferente (Décimo Tribunal), na esperança de fazer Harry perdê-la, bem como fazer o julgamento na frente de toda a Suprema Corte. Devido à mudança de horário, Harry estava cinco minutos atrasado, mas conseguiu participar de qualquer maneira, como ele já estava no Ministério, tendo chegado lá com Arthur Weasley. Mais tarde foi revelado que Dolores Umbridge, uma do burocrata Ministério que servia como Subsecretária Sênior para o Ministro da Magia e um dos promotores de Harry durante a audiência, havia ordenado secretamente aos Dementadores para atacar Harry em primeiro lugar.

A audiência Editar

Suprema Corte em 1995.jpg

Harry perante toda a Suprema Corte.

Durante a audiência, Fudge foi extremamente tendencioso contra Harry, na esperança de desacreditar e expulsar o menino por suas alegações de que Voldemort retornara. Fudge introduziu considerações altamente irrelevantes e acusações tendenciosas no julgamento, negando o tempo todo que Harry a oportunidade de contar a sua versão do que aconteceu. Percy Weasley, o escrivão do tribunal, também foi acenando para as palavras de Fudge e recusando-se a reconhecer Harry, para a fúria de Harry.

Toda a audiência estava a transformar-se em nada mais que um show até que Dumbledore chegou. Quando Harry finalmente disse ao tribunal sobre os dementadores que o atacaram, Fudge zombou e chamou a afirmação de Harry "conveniente", sem testemunhas para apoiar sua alegação, como os trouxas não podem ver Dementadores. No entanto, Dumbledore, invocando a Carta de Direitos da Suprema Corte, introduzindo uma testemunha, Arabella Figg, que deu uma descrição precisa do ataque. Fudge tentou desmerecer o seu testemunho, em parte devido a ela ser um aborto, mais sobre a razão por dementadores passou a ser apenas em um subúrbio trouxa.

Audiência disciplinar de Harry Potter.jpg

Dumbledore defende Harry durante a audiência.

Dumbledore sugeriu que talvez alguém dentro ou fora do Ministério deva ter ordenado o ataque, e expressou sua esperança de que este assunto não deixaria de se investigado. Como Fudge tentou fazer com que o julgamento voltasse ao assunto da matéria, Dumbledore citou a Cláusula Sétima do Decreto de Restrição à Prática de Magia por Menores, que era razoável o suficiente para Harry se defender e a seu primo. Fudge tentou apontar as outras violações do decreto que Harry supostamente realizara há alguns anos, como o encanto Hover realizada em 1992, e o encanto utilizados em sua tia no ano seguinte. Dumbledore respondeu que o primeiro foi realizado por Dobby e que Fudge não processou Harry sobre a segunda acusação; Ele afirmou ainda que o Ministério não tinha autoridade para usar um julgamento criminal completo para um caso simples de magia menor de idade, e de todos aqueles encargos últimos trazidos eram irrelevantes para o julgamento. Fudge descaradamente defendeu suas ações dizendo que as leis poderiam ser alteradas se necessário.

Resultado Editar

Devido à justeza do Madame Bones e uma decisão da maioria do tribunal, Harry foi declarado inocente, com apenas Fudge, Umbridge, e cerca de meia dúzia de membros o condenaram, (Percy incluse, embora o seu voto não conta-se, sendo ele um escriba e não um membro da Suprema Corte). Relutantemente Fudge inocentou Harry de todas as acusações.

Aparições Editar

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